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NOVEMBRO DE 2009
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Arrecadação cresceu artificialmente sobre base menor
Existe pouco a comemorar
no aumento da arrecadação de impostos e
contribuições federais em outubro. O crescimento foi
artificial, fruto da transferência de R$ 5 bilhões de
depósitos judiciais da Caixa para o Tesouro Nacional.
Além disso, a base de comparação é mais
fraca: em outubro do ano passado, houve queda de 1,8% na
arrecadação, efeito da crise. Mesmo com todas esses
fatores estatisticamente favoráveis, a arrecadação
cresceu apenas 0,9% em relação ao mesmo mês do ano
passado. Como dissemos, portanto, nada a comemorar no número.
Fonte: Mirian Leitão.com
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O Projeto de Lei 3299/08, do Senado, extingue o Fator
Previdenciário como elemento para calcular o que o aposentado
deve receber de benefício. A proposta fixa o
salário-de-benefício a partir da média
aritmética simples de todos os últimos
salários-de-contribuição dos meses imediatamente
anteriores ao do afastamento da atividade ou da data da entrada do
requerimento, até o máximo de 36, apurados em
período não superior a 48 meses.
No caso dos segurados especiais, que são os trabalhadores rurais
que produzem em regime de economia familiar, sem
utilização de mão-de-obra assalariada, o
salário-de-benefício não poderá ser menor
que o salário mínimo. Se o segurado tiver menos de 24
contribuições no período de 48 meses, o valor
será o de 1/24 da soma dos
salários-de-contribuição apurados.
Penalização
O fator previdenciário considera, na data do início do
benefício, a idade e o tempo de contribuição do
segurado, a expectativa média de vida de homens e mulheres e a
alíquota de 31%, correspondente à soma da alíquota
básica de contribuição do empregador, de 20%, e a
máxima do empregado, de 11%.
De acordo com o autor da proposta, senador Paulo Paim (PT-RS), o fator
previdenciário diminuiu o valor do benefício ou estimula
o retardamento da aposentadoria. Isso, explica o senador, penaliza
sobretudo aqueles que começam a trabalhar mais cedo e fazem
parte da parcela mais pobre da população trabalhadora.
O senador dá o exemplo de uma mulher de 46 anos que contribuiu
durante 30 anos. Se o fator, no caso 0,514, for aplicado na
média salarial de suas contribuições, o
salário-de-benefício será 48,6% menor. Essa
diminuição só não ocorreria caso essa
mulher trabalhasse até os 56 anos e contribuísse mais 9
anos. Por isso, prossegue o senador, ele propôs que sejam
retomados os critérios anteriores de cálculo da
aposentadoria.
Tramitação
A proposta tramita em regime de prioridade
e deve ser votada pelo Plenário. Antes, será analisada
pelas comissões de Seguridade Social e Família; de
Finanças e Tributação; e de
Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Agência Câmara
Data da Publicação: 17/11/09
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UNASLAF
FORMALIZA PEDIDO PARA QUE A DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS DO INSS
REVISE E CORRIJA A RELAÇÃO DE SERVIDORES DE QUE TRATA O
MEMORANDO-CIRCULAR 46
A UNASLAF solicitou formalmente ao Diretor de Recursos Humanos do INSS,
Walter Shigueru Emura para que que sejam revistos caso a caso a
situação de cada servidor incluído na listagem
resultando assim no ajustamento e na correção desses
nomes, sob pena de se causar sérios transtornos aos servidores e
conseqüentemente problemas para os gestores do INSS como
também da SRFB.
ACESSE O INTEIRO TEOR DO DOCUMENTO NA ÁREA RESTRITA DO NOSSO WEBSITE
Data da Publicação: 12/11/2009
Fonte: UNASLAF
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INCHAÇO SEM CONCURSO
O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
(MDS), pasta estratégica (1)do governo e responsável pelo
Bolsa Família, vai ganhar funcionários em ano eleitoral.
Os 164 novos servidores do Executivo — que não
precisarão passar por concurso público — vão
ocupar cargos de direção. Os salários variam de R$
2.694,71 a R$ 8.988. Mesmo com o aumento de 45% nas despesas com
pessoal em comparação ao ano passado, o governo federal
sancionou a lei que cria impacto anual de R$ 13,8 milhões aos
cofres públicos. O orçamento da pasta no próximo
ano é de R$ 38,7 bilhões. Houve aumento de R$ 5,5
bilhões com relação à proposta deste ano.
Nessa mesma lei, o governo criou 85 vagas na Fundação
Nacional do Índio (Funai), que vão consumir R$ 1,9
milhão por ano. O pacotão de novos cargos não para
por aí. Ontem, a Câmara deu a largada para a
contratação de 3.033 novos funcionários nas
áreas de ciência, tecnologia e cultura.
Os novos cargos no MDS fazem parte de uma proposta de
reestruturação do ministério. Atualmente, dos 1,4
mil servidores, metade (700) são terceirizados, 380 ocupam
cargos comissionados e o restante é concursado. Levantamento
feito pelo Departamento Pessoal com base nas reclamações
de cada área apontam para a necessidade de fortalecer as
áreas de gestão, controle e de relacionamento. Nem mesmo
o gabinete do ministro Patrus Ananias ficou de fora do projeto.
Lá, a intenção é melhorar as áreas
de comunicação, controle, relação
parlamentar e acompanhamento de projetos.
Está incluída no projeto a criação de novas
secretarias, como a de Geração de Oportunidades para a
Inclusão, além da Corregedoria, da Diretoria de Projetos
Internacionais, da Coordenação-Geral da Central de
Relacionamento e de uma Assessoria de Articulação
Federativa. A justificativa é que o ministério
mantém programas e ações em todos os
municípios brasileiros e, por isso, precisa fortalecer essas
estruturas.
De acordo com parecer aprovado na Comissão de
Constituição e Justiça (CCJ), ações
como o Bolsa Família devem ser priorizadas, apesar dos gastos
excessivos do Executivo com pessoal. “Ao analisarmos o pleito,
nos encontramos diante de uma situação que merece um
tratamento diferenciado, apesar de, reiterada vezes, termos nos
manifestado contra a política de aumento de gastos do governo
federal”, afirma o parecer do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE).
“Assim, optamos por adotar uma postura que contribua para o
fortalecimento dessas instituições e das
ações de combate à pobreza e das desigualdades
socioeconômicas ainda tão profundas no Brasil”,
conclui o parlamentar.
Cargos vagos serão “transformados”
Aprovado ontem na Comissão de Trabalho,
Administração e Serviço Público da
Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei nº 5895/2009 autoriza
a criação de 3.033 cargos em diversas carreiras. A
proposta, encaminhada pelo Executivo, segue agora para
apreciação da Comissão de Finanças e
Tributação. As vagas fazem parte do Termo de
Conciliação Judicial firmado entre o Ministério do
Planejamento, Orçamento e Gestão com o Ministério
Público do Trabalho para regularizar contratos de
prestação de serviços.
Elaborada pelos ministros do Planejamento, Paulo Bernardo, e da
Saúde, José Gomes Temporão, a proposta transforma
5.497 cargos vagos do quadro de pessoal do Ministério da
Saúde em 1.636 de nível intermediário e 1.397 de
nível superior nas áreas de ciência, tecnologia e
cultura. Segundo o projeto, como a criação será
feita por meio de transformação, haverá
compensação financeira entre os valores correspondentes
da remuneração dos cargos criados com os transformados. O
texto garante ainda que não haverá impacto
orçamentário imediato e que os cargos serão
ocupados de forma gradual, observando o cronograma definido no termo de
conciliação.
Pesquisa
As vagas serão destinadas a órgãos e entidades que
atuam com estudos e pesquisas, como o Instituto Nacional do
Câncer (Inca), Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia
(Into), Instituto Nacional de Cardiologia, Fundacentro, Instituto
Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi), além do Centro
Gestor e Operacional do Sistema de Vigilância da Amazônia
(Censipan), onde haverá substituição de toda a
mão de obra que atualmente é contratada temporariamente.
Fonte: Correio Braziliense
Data da Publicação: 05/11/2009
Colaboração: Tércio/RN |
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Lula discutirá na 2ª feira questão do reajuste da previdência
Governo pretende manter o acordo firmado em agosto com centrais sindicais e evitar rombo nas contas
BRASÍLIA - Ficou mesmo para segunda-feira, 9, em São
Paulo, a reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva
com o ministro da Previdência, José Pimentel, para
discutir uma proposta alternativa de reajuste dos benefícios
previdenciários, com valores acima do salário
mínimo. A informação é de uma fonte do
governo.
Nesta sexta-feira, 6, o ministro Pimentel se reuniu com o chefe de
gabinete da Previdência, Gilberto Carvalho e com o ministro de
Relações Institucionais, Alexandre Padilha, para tratar
do assunto. A ideia é tentar encontrar uma saída para
evitar a aprovação do projeto que tramita na Câmara
e que prevê o reajuste pelo mesmo índice de
correção do salário mínimo.
A intenção, segundo outra fonte do governo, é
manter o acordo firmado em agosto com a CUT e a Força Sindical,
que acabou sendo rejeitado pelas pequenas centrais. Por esse acordo, os
benefícios da previdência com valor acima de um
salário mínimo seriam corrigidos, em 2010, pela
inflação do ano anterior e metade do crescimento do PIB
de 2008. Em 2011 a correção seria pela
inflação de 2010, acrescida da metade do crescimento do
PIB de 2009.
Fonte: Leonencio Nossa, da Agência Estado
Data da Publicação: 05/11/2009 |
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