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_________________Notícias_________________
MARÇO DE 2009
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O conselho executivo da ASPLAF parabeniza a todos que participaram da
homenagem ao Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá, pelo grande
apôio dado aos Servidores Redistribuidos da RFB. A presidente da
UNASLAF, Simone Melo, se fez representada pela vice-presidente
Sra. Nilda Cachigian o qual entregou uma placa comemorativa ao
Deputado. Como não podia ser diferente a ASPLAF
também ofereceu ao nobre Deputado uma placa para representar o
agradecementos dos servidores do Estado de São Paulo.
Agradecemos também à Diretoria Executiva da APAFISP
que se fez representado pelo Sr. José Americo
Espíndola Pimenta, pois nos cedeu de bom grado as
dependências da entidade para que o evento pudesse
ter ocorrido.
Varios cidades do estado enviaram seus representantes o que abrilhantou ainda mais o feito.
Agradecemos também o Dr. Wlamir Mota Campos, Consultor
Legislativo da UNASLA, que não mediu esforços para
comparecer a reunião, o qual após a homenagem ao Nobre
Deputado deu-nos um breve relato dos trabalhos que estão sendo
desenvolvido em Brasília-DF. |
Arrecadação de impostos cai 26,99% entre janeiro e fevereiro
Queda de 17,23% na produção industrial de janeiro na
comparação com 2008 é o principal fator para a
queda
BRASÍLIA - A arrecadação da Receita Federal em
fevereiro somou R$ 45,106 bilhões, uma queda de 26,99% na
comparação com janeiro. Em relação ao mesmo
mês de 2008 os impostos pagos ao governo caíram 11,53%.
Fevereiro foi o quarto mês consecutivo que a Receita Federal
registrou quena na arrecadação federal na
comparação com o mesmo período do ano anterior. O
desempenho ruim da arrecadação na
comparação com o mesmo período do ano passado
De acordo com balanço divulgado nesta quinta-feira, 19, pela
Receita Federal, entre os principais fatores que contribuíram
para esse resultado estão a queda de 17,23% na
produção industrial de janeiro deste ano, em
relação ao mesmo mês do ano passado. Produzindo
menos, a indústria tem vendas menores e paga menos tributos.
A Receita destacou ainda alteração da tabela de
incidência do IPI sobre automóveis, que está
vigorando até março deste ano, como uma das medida de
esforço contra a crise, anunciadas no final do ano passado.
Ainda de acordo com a Receita, o resultado foi afetado também
pela redução da tabela de recolhimento do Imposto de
Renda da Pessoa Física, em vigor desde o início deste ano.
Em relação ao IPI de automóveis, a Receita
informa que houve uma queda real de 92,5%, em fevereiro, na
comparação com o mesmo mês de 2008. Em
relação ao Imposto de Renda Pessoa Física, a
Receita informa que houve uma queda de 30,6% na
comparação com fevereiro de 2008 e que a queda desse
tributo concentra-se nos itens referentes a ganhos de capital e ganhos
líquidos em bolsa.
Data da Publicação: 19/03/2009
Isabel Sobra e Renata Veríssimo - Agência Estado
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Crise faz governo reduzir vagas para concurso público e atrasar contratações
O Ministério do Planejamento anunciou hoje, como parte do corte
de R$ 21,6 bilhões no Orçamento de 2009, mudanças
nos concursos públicos programados para este ano.
Em relação aos concursos já realizados,
haverá adiamento nas contratações. Já os
concursos autorizados estão mantidos, mas haverá atraso
na realização dos processos seletivos e até corte
no número de vagas disponíveis.
"Naqueles concursos já realizados, estamos fazendo um novo
cronograma, para atrasar dois meses ou três meses a
contratação', disse o ministro Paulo Bernardo
(Planejamento). "Quem está esperando concurso pode saber que vai
atrasar um pouco."
A abertura de novas vagas e as contratações dos
concursados será discutida individualmente com cada
órgão do governo federal. Em alguns casos, está
previsto o corte de até 10% das vagas.
O ministro citou o caso do Ministério da Educação,
que já está negociando a expansão do seu quadro de
pessoal. Segundo Bernardo, a liberação das
contratações deve ser coordenada com a
ampliação de projetos e universidades.
Servidores
Apesar do corte no Orçamento, o ministro descartou
mudanças na programação de reajuste dos servidores
para 2009 e 2010, o que terá um impacto de R$ 30 bilhões
nas contas do governo somente neste ano.
"Temos um programa de reajustes para julho deste ano e do ano que vem.
A decisão que tomamos é que não tem decisão
sobre isso. Os compromissos estão mantidos. Caso haja uma
deterioração expressiva na nossa receita, teremos de
conversar novamente."
Fonte: Folha Online, em Brasília
EDUARDO CUCOLO
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TÉCNICOS E ANALISTAS DA ARRECADAÇÃO RPEVIDENCIÁRIA DISCUTEM INSATISFAÇÕES DA CATEGORIA
Durante a Convenção Nacional, realizado pela Unaslaf, os
servidores fazem avaliação da atual conjuntura em
relação à situação funcional da
categoria; os técnicos e analistastiveram pedido de
inclusão no quadro da Receita, para onde foram
redistribuídos em 2007, negados por veto do presidente da
República à Medida que regularizaria a
situação
Os novos rumos da Operação Legalidade, que praticamente
paralisou as atividades da arrecadação
previdenciária no País no ano passado, é uma das
estratégias que serão avaliadas durante a
Convenção Nacional da Unaslaf (Associação
Nacional dos Servidores da Secretaria da Receita
Previdenciária). O encontro teve início hoje (12),
às 9h, no Hotel Aracoara, em Brasília, com a
presença de deputados e senadores simpáticos à
causa da entidade.
A senadora Rosalba Ciarlini (RN) e os deputados Severiano Alves (BA),
Jô Moraes e o Hugo Leal (RJ) receberam uma placa em
reconhecimento ao apoio dado à associação. Os
senadores Valdir Raupp e Marconi Perillo e o deputado Arnaldo de
Sá, que justificaram ausência, também foram
homenageados.
A Unaslaf reúne quase cinco mil técnicos e analistas
oriundos da antiga Secretaria da Receita Previdenciária, que
lutam pela inclusão da categoria na carreira de auditoria
Secretaria da Receita Federal, para onde foram redistribuídos
desde a criação do novo órgão desde maio de
2007.
O pleito recebeu o apoio do Congresso durante a votação
da MP 440 e 441, com a inclusão de emendas visando à
regularização da categoria, que, diferente de outros
servidores em situação semelhante, acabou ficando num
limbo funcional. A questão ainda não foi resolvida, em
razão do veto presidencial ao artigo que garantia a isonomia no
tratamento dos servidores por parte do Governo.
Apoio - “Desde os primeiros contatos, quando fui procurado pela
diretoria da Unaslaf, ficou claro para mim a legitimidade da luta da
categoria. O que fizemos foi apenas reconhecer um direito a ter uma
carreira”, afirmou o deputado Hugo Leal, durante o discurso de
agradecimento.
A afirmação e o reconhecimento foram corroborados pelo
deputado Severiano Alves. “A Unaslaf hoje é respeitada
nacionalmente pelo trabalho que desempenhou na defesa dos direitos da
categoria. Todos os parlamentares conhecem a
Associação” afirmou.
A deputada Jô Moraes também ressaltou a importância
dos servidores, que respondem por uma arrecadação da
ordem de R$ 350 milhões por dia. “Mesmo os mais
críticos já perceberam a necessidade de um estado forte
para fortalecermos a economia e enfrentarmos crises como esta. E um
estado forte só se faz com servidores reconhecidos pelas
funções que desempenham”, reforça a deputada.
A senadora Rosalba Ciarlini, relatora da MP 441, também
ressaltou a importância da atuação conjunta para a
superação das dificuldades. “Sou de um estado em
que a presença da mulher é muito forte. E me orgulha ver
aqui uma diretoria predominantemente feminina com tanta garra”
afirmou.
Novas estratégias - A Unaslaf discute até amanhã
(13) a continuidade do movimento, que inclui, além da
possibilidade da volta da Operação Legalidade, com a
paralisação das atividades de arrecadação
previdenciárias por parte dos técnicos e analistas, a
definição de novas estratégias. Algumas
ações já estão em andamento, como a
tentativa de derrubada do veto e a impetração de uma ADIN
(ação direta de inconstitucionalidade).
Outro ponto da pauta será a realização de
eleições e posse da nova diretoria para o próximo
mandato, que atualmente é de um ano.
(Fonte: Assessoria da Imprensa da UNASLAF - Jornalista Luzinete Marques)
Data da Publicação: 13/03/2009
Fonte: UNASLAF |
UM OLHO NA CRISE, OUTRO NO CALENDÁRIO
A preocupação do governo com a crise econômica - e
a possibilidade de que seu agravamento obrigue o Palácio do
Planalto a reprogramar os aumentos autorizados ao funcionalismo federal
- não é mais um drama velado.
No Correio Braziliense o secretário de Recurso Humanos, Duvanier
Paiva (foto), afirma que se as coisas piorarem as entidades sindicais
serão chamadas a conversar. Segundo ele, tudo será feito
com muita tranquilidade e transparência, assim como foi feito em
2008, quando a União ficou sem a CPMF e R$ 40 bilhões a
menos em caixa.
Os dois primeiros parágrafos da reportagem são os seguintes:
A crise econômica é uma ameaça real aos aumentos
autorizados no ano passado ao funcionalismo. Apesar de adotar um
discurso cauteloso diante das incertezas que rondam o Brasil e o mundo,
o comportamento das receitas é motivo de
preocupação para o governo. Os setores mais
sensíveis são monitorados diariamente, medidas de socorro
estão sendo tomadas, mas o Palácio do Planalto não
tem como garantir que a atividade produtiva e o emprego se
sustentarão. Em entrevista ao Correio, o secretário de
Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva,
explica que a intenção é honrar os acordos
firmados com as categorias, mas adverte que, em caso de agravamento do
cenário global, o cronograma de reajustes será revisto.
Há exatamente um ano, quando o Congresso Nacional
extinguiu a Contribuição Provisória sobre
Movimentação Financeira (CPMF) — e secou os cofres
federais em R$ 40 bilhões —, os sindicatos, entre eles o
que representa os funcionários do Banco Central, foram chamados
a repactuar prazos. Paiva alerta que, se for necessário,
repetirá a ação, sem atropelos ou traumas.
“Vamos buscar uma solução discutida. Se tivermos
que rever alguma coisa, vamos fazer com tranquilidade”, diz.
Dados da Receita Federal mostram que o recolhimento de impostos perde
fôlego por causa da crise. Em janeiro, o recuo foi de 7,26% em
relação ao mesmo mês de 2008. Outro levantamento,
feito pela Confederação Nacional de Municípios
(CNM), indica que o segundo repasse do Fundo de
Participação de Municípios (FPM) — referente
aos 10 primeiros dias de fevereiro — caiu 61,4% em
relação ao mesmo período de janeiro de 2009.
(Fonte: Blog do Servidor)
Data da Publicação: 02/03/2009 |
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