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_________________Notícias_________________
MARÇO
DE 2008
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| SEMANA
NACIONAL DE CONSCIENTIZAÇÃO, PROTESTO E LUTA PELO
DESCASO E OMISSÃO DA SRFB COM OS SERVIDORES REDISTRIBUÍDOS
RESPONSÁVEIS PELA ARRECADAÇÃO PREVIDENCIÁRIA
Como
é sabido por todos a Secretaria da Receita Federal do Brasil
completou um ano no domingo, dia 16 de março.
Durante toda a semana estaremos promovendo atos ordeiros e organizados
para demonstrar aos gestores e a sociedade a nossa absoluta insatisfação
pela situação funcional precária em que nos
encontramos, exatamente como nos encontrávamos há
um ano.
Durante a semana que iniciou no dia 17 de março convidamos
todos os servidores a irem ao trabalho vestidos com roupas pretas,
enviamos para alguns Estados bótons adesivos que deverão
ser utilizados pelos servidores.
Elaboramos
um release que foi encaminhado para a imprensa local, nesse documento
esclareceremos a sociedade a nossa situação bem
como a importância do nosso trabalho para o fortalecimento
da arrecadação tributária em nosso país,
demonstraremos ainda que nenhuma providência foi tomada
para a nossa efetiva inclusão na Carreira Auditoria da
Receita Federal do Brasil, e que passados 12 meses nós
ainda continuamos integrando a Carreira do Seguro Social e sendo
pagos pelo INSS.
Precisamos
compartilhar com a imprensa e a sociedade a falta do cumprimento
do art º 12 da Lei 11.457(Super Receita), e principalmente
o Artigo 37 da Constituição Federal, inciso XXII,
que determina que as administrações tributárias
da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios
são atividades essenciais ao funcionamento do Estado e
serão exercidas por servidores de carreiras específicas.
Essa
determinação constitucional impõe a existência
de uma carreira de estado, específica e exclusiva para
o exercício das funções próprias da
“administração tributária”, não
podemos aceitar calados e omissos a essa supressão de nossos
direitos.
Importante
lembrar que a UNASLAF busca tão somente o cumprimento da
lei e a efetiva valorização e reconhecimento dos
servidores originários do INSS redistribuídos para
a Secretaria da Receita Federal do Brasil.
Durante essa semana também serão feitos pronunciamentos
nos plenários do Senado Federal e da Câmara dos Deputados
alertando o governo e a sociedade sobre essa situação.
Esse ato foi aprovado pelo Conselho Executivo da UNASLAF e por
representantes de 11 Estados que estiveram reunidos em Brasília
no dia 7 de março.
VOCÊ É MUITO IMPORTANTE PARA ESSE MOVIMENTO E ESSE
MOVIMENTO É MUITO IMPORTANTE PARA VOCÊ!
Não
pensem que uma pessoa não faz a diferença!
Porque... faz! Faça a sua parte você também!!!
ACESSE
AQUI O RELEASE PARA A IMPRENSA
ACESSE
AQUI A CARTA ABERTA À POPULAÇÃO
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| MINUTA
DA LOFF CHEGA AO ABSURDO DE PROPOR QUE ATÉ QUE SEJAM PROVIDOS
NOVOS CARGOS NA CARREIRA DE AUDITORIA OS SERVIDORES DA CARREIRA
TÉCNICA-ADMNISTRATIVA DE APOIO PODERÃO PERMANECER
DESENVOLVENDO SUAS ATIVIDADES ATUAIS...
A
minuta da LOFF apresentada na última semana durante o workshop
apresenta pontos absolutamente contraditórios e equivocados.
Afirma
que os servidores redistribuídos devem ser incluídos
na "Carreira Técnica-Administrativa de Apoio"
e não na "Carreira Auditoria da Receita Federal do
Brasil, porém reconhece que os servidores executam atribuições
da Carreira Auditoria, isso está absolutamente claro na
redação do artigo 208, que transcrevemos abaixo.
"Art.
208 Para todos os fins, até que sejam providos novos cargos
na Carreira de Auditoria da Receita Federal do Brasil do Brasil,
os servidores da Carreira Técnica-Administrativa de Apoio
poderão permanecer desempenhando suas atividades nos postos
de trabalho atuais, permitindo-se acesso aos sistemas e bancos
de dados da Receita Federal do Brasil do Brasil quando necessário
ao desenvolvimento das atividades."
Como
é possível aceitarmos que nos obriguem a permanecer
desempenhando nossas atividades, até que sejam providos
novos Cargos na Carreira de Auditoria da Receita Federal do Brasil,
e mesmo assim insistam em afirmar que somos servidores "Administrativos
de Apoio". Pura hipocrisia da qual a UNASLAF jamais compartilhará.
Importante
lembrarmos que dos participantes do workshop, 57% eram Auditores,
14,6% Analistas Tributários, 15,4% servidores integrantes
do PCC e PGPE e apenas 13% servidores redistribuídos originários
da Secretaria da Receita Previdenciária.
Segue
abaixo a estruturação da Carreira Técnico-Administrativa
de Apoio proposta na minuta da LOFF.
Carreira
Técnico-Administrativa de Apoio da Receita Federal do Brasil
do Brasil

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SUBCHEFE
DE ANÁLISE E ACOMPANHAMENTO DE POLÍTICAS GOVERNAMENTAIS
DA CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA AFIRMOU
QUE A CRIAÇÃO DE CARREIRA DE APOIO À ADMINISTRAÇÃO
TRIBUTÁRIA NÃO DEVE SER TRATADO NUMA LEI ORGÂNICA.
O
subchefe de Análise e Acompanhamento de Políticas
Governamentais da Casa Civil da Presidência da República,
Luiz Alberto dos Santos, enumerou conteúdos que devem constar
na LOF; a regulamentação do destino dos recursos
para realização da atividade da administração
tributária, a definição da abrangência
do setor e competência da RFB, os requisitos para exercício
de cargos em comissão da alta direção, finalizando,
Luiz Alberto dos Santos explicitou seu ponto
de vista quanto ao que não deve ser tratado em uma Lei
Orgânica, matérias tais como: normas
passíveis de veiculação em decreto, criação
de um novo regime jurídico único, atribuições
dos cargos e carreiras, criação de carreira de apoio
à administração tributária, criação
ou extensão de prerrogativas do tipo inamovibilidade, vitaliciedade
etc.
O subchefe da Casa Civil afirmou, lembrando que o prazo de um
ano da publicação da lei 11.457, de 15 de março
de 2007, para o Poder Executivo enviar ao Congresso Nacional a
Lei Orgânica do Fisco Federal não será cumprido,
em função da complexidade do assunto e dos vários
órgãos a que a proposta ainda será submetida.
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UNASLAF
SE RETIRA OFICIALMENTE DAS DISCUSSÕES DA LOFF
A
Unaslaf, participou das discussões iniciais sobre a LOFF
pois acreditava que haveria real interesse da instituição
em resolver os problemas internos entre as categorias já
existentes e definir a situação dos redistribuídos,
gerando muita expectativa nos servidores.
Mas
a realidade mostrou um cenário completamente diferente,
hoje temos a certeza e convicção de que todos nós
fomos convidados apenas para referendar a supremacia e hegemonia
absoluta dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil.
No
workshop realizado em Brasília todos os grupos de trabalho
foram formados sempre com um numero maior de auditores e tudo
que se colocava em votação que não era de
interesse dos mesmos ou que viesse a atender os pleitos das demais
categorias eram vetados ou moldados da forma que eles achavam
melhor.
Jamais
seremos subservientes, temos um compromisso com os nossos representados
e continuaremos trabalhando arduamente pela valorização
o e reconhecimento dos servidores redistribuídos com ética,
moral e dignidade.
Não
aceitaremos sermos utilizados para dar legitimidade a essa minuta
de proposta de Lei Orgânica redigida com absoluta parcialidade
que resulta no aumento de prerrogativas e direitos dos Auditores
Fiscais da Receita Federal do Brasil em detrimento aos demais
servidores, para os quais a minuta prevê apenas mais obrigações
e nenhum reconhecimento.
Sendo
assim, a UNASLAF se retira oficialmente das discussões
desta Lei Orgânica, trabalharemos nesse tema no Congresso
Nacional, pois lá somos muito mais respeitados e ouvidos,
respeito esse que não nos foi dado durante todas as reuniões
de trabalho envolvendo a LOFF.
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ORÇAMENTO
DA UNIÃO É APROVADO, RELATOR CORTOU AUMENTOS RETROATIVOS,
MAS RESERVOU VERBAS PARA NEGOCIAR COM OS SERVIDORES.
Depois
de ter cortado todos os aumentos de salário do funcionalismo
retroativos a 2007, o relator-geral do projeto do Orçamento
para 2008, deputado José Pimentel (PT-CE), reservou verbas
para que o Ministério do Planejamento, Orçamento
e Gestão volte a negociar, neste ano, reajustes com as
categorias que saíram prejudicadas. Pimentel cortou, só
no Executivo, R$ 2,06 bilhões, relativos a aumentos negociados
ao longo de 2007, mas que não chegaram a ter projetos aprovados
pelo Congresso.
Para
os novos aumentos, o orçamento está reservando R$
3,45 bilhões, que deverão ser direcionados não
só à reestruturação de cargos, funções
e carreiras do funcionalismo civil, mas também aos militares
e aos servidores do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo,
conhecido como "carreirão". A folha salarial
da União está passando de R$ 127 bilhões
em 2007 para R$ 137,5 bilhões neste ano.
Estão
reservados R$ 126 milhões para bancar um possível
aumento do teto do funcionalismo, correspondente ao salário
de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), fixado em R$ 24.500
desde janeiro de 2006. A decisão desse reajuste depende
de aprovação de projeto na Câmara e no Senado.
O
aumento do teto do funcionalismo provoca impacto em todo o Judiciário,
onde os salários têm como parâmetro os vencimentos
de ministros do STF. Na Justiça Trabalhista, a decisão
implicaria gastos de R$ 80,8 milhões. O custo na Justiça
Federal seria de R$ 26,3 milhões, enquanto na Justiça
Eleitoral, de R$ 10,5 milhões.
Para
equilibrar as contas públicas depois da perda de R$ 39,29
bilhões em arrecadação com o fim da CPMF,
José Pimentel decidiu ainda cortar à metade as verbas
que o orçamento reserva em 2008 para contratação
de novos servidores por concurso público. Os recursos originais
de R$ 1,89 bilhão foram encolhidos para R$ 948 milhões.
Conforme
explicação do relator, os concursos podem ser realizados,
mas a posse dos aprovados não deve ocorrer neste primeiro
semestre. Quem já foi aprovado em concurso e tinha expectativa
de posse no primeiro semestre, terá de esperar mais alguns
meses.
(Agência Senado)
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UNASLAF
É RECEBIDA EM AUDIÊNCIA PELO SECRETÁRIO
DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, AFRFB JORGE RACHID.

A
UNASLAF foi recebida em audiência na quinta-feira dia 06
de março pelo Secretário da Receita Federal do Brasil,
AFRFB Jorge Rachid que estava acompanhado pelo Secretário
Adjunto AFRB Jânio Castanheira.
O
objetivo da reunião foi buscarmos informações
e esclarecimentos junto ao secretário sobre o atual cenário
e as perspectivas que se apresentam para os servidores redistribuídos
para a Receita Federal do Brasil; também apresentamos formalmente
nossas críticas e questionamentos sobre os problemas e
dúvidas que estão ocorrendo com relação
a LOFF.
Reafirmamos
ao secretário que continuam existindo casos de assédio
moral e abuso de autoridade por parte de chefes e delegados em
diversas localidades, comunicamos respeitosamente que esses casos
agora seriam tratados na justiça.
Com
relação às perspectivas futuras o secretário
nos informou que o cenário permanecia o mesmo, e que o
Ministério da Fazenda continua trabalhando para que os
servidores redistribuídos sejam inseridos na Carreira
Fazendária, mas afirmou que não
existe uma data prevista para que isso aconteça.
Essa
afirmação nos trouxe uma dúvida, pois se
o Ministério da Fazenda continua insistindo nessa idéia
qual a finalidade do ProPessoas discutir a situação
dos servidores redistribuídos na LOFF?
O
secretário então nos disse que o que está
sendo discutido na LOFF não é uma posição
da Receita Federal do Brasil, e sim do ProPessoas com a participação
dos servidores e das entidades que os representam, e que após
a conclusão dos trabalhos é que o texto chegará
ao seu conhecimento, quando então será encaminhado
ao Ministério da Fazenda como uma proposta da Secretaria
da Receita Federal do Brasil.
Com
relação aos casos de assédio moral e abuso
de autoridade o secretário afirmou que a administração
não compactua com essas atitudes e jamais estimulou isso,
disse que os servidores devem denunciar pois todos os casos serão
apreciados, e caso comprovados, providências serão
tomadas.
Mais
uma vez ele nos afirmou que tem interesse na permanência
dos servidores nos quadros da RFB, que os mesmos são indispensáveis
e importantes.
A
UNASLAF agradece ao Secretário AFRFB Jorge Rachid e ao
Secretário-Adjunto AFRFB Jânio Castanheira pelo forma
cordial que nos receberam.
Considerações
da UNASLAF.
Entendemos
que apesar de pouco conclusiva ou esclarecedora a reunião
foi proveitosa.
É importante lembrarmos que a RFB está em vias de
completar um ano, e até o presente momento continuamos
na mesma situação em que nos encontrávamos
no dia da aprovação da Lei 11457; nada, absolutamente
nada de concreto foi feito para assegurar o efetivo cumprimento
da Lei.
As mesmas falhas que existiam há um ano continuam existindo,
continuamos sendo tratados como "servidores administrativos",
insistem em desconsiderar que integramos a Carreira do Seguro
Social.
Lamentamos que a posição do Ministério da
Fazenda, corroborada pela RFB seja no sentido de incluírem
os servidores redistribuídos na equivocada Carreira Fazendária.
É
certo que não aceitaremos essa posição principalmente
porque não traz absolutamente nenhum benefício ou
reconhecimento aos servidores, no mais tal disposição
contraria completamente o que prevê a Lei 11457, a própria
justiça já referendou que a nossa redistribuição
se deu para a Secretaria da Receita Federal do Brasil, e não
para o Ministério da Fazenda.
Com
relação aos casos de assédio moral nossa
posição é de que tais atitudes não
serão mais toleradas, razão pela qual trataremos
desse assunto na justiça, no momento nossos advogados estão
redigindo três ações nesse sentido.
No
tocante a LOFF as nossas dúvidas e incertezas apenas aumentaram
devido a afirmação de que o Ministério da
Fazenda continua irredutível no propósito de nos
incluírem na Carreira Fazendária, ora, a Lei Orgânica
é da Receita Federal do Brasil e não guarda e nem
pode guardar qualquer relação com uma Carreira fora
da Secretaria, por essa razão devemos ponderar e refletir
sobre a nossa participação nesse evento bem como
no GT do ProPessoas responsável pela elaboração
da minuta da LOFF.
A
UNASLAF continuará trabalhando intensamente junto ao Parlamento
e ao Poder Judiciário com vistas a assegurar única
e exclusivamente a valorização e o reconhecimento
dos servidores originários do INSS, exatamente como já
está previsto em Lei; isso é inegociável,
não abriremos mão desse direito.
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RECEITA
FEDERAL DO BRASIL PROMOVE WORKSHOP NACIONAL SOBRE A LEI ORGÂNCA
DO FISCO FEDERAL, O EVENTO ACONTECERÁ EM BRASÍLIA
NOS DIAS 12, 13 E 14 DE MARÇO.
Infelizmente
até o presente momento a UNASLAF não tem conhecimento
da metodologia que será utilizada nesse evento e nem como
se dará a participação dos servidores convidados.
Encaminhamos um questionamento formal para a Secretaria Executiva
do ProPessoas porém não objetivemos nenhuma resposta.
Devemos destacar um ponto que nos chamou atenção,
foram convidados a participar desse evento 21 servidores da 8º
Região Fiscal, sendo 11 Auditores, 6
Analistas Tributários, 3 Técnicos
do Seguro Social e 1 Servidor Administrativo do PGPE.
É certo que essa absoluta desproporção nos
leva a algumas conclusões quanto aos efeitos práticos
e o verdadeiro objetivo desse workshop.
A UNASLAF será representada oficialmente no workshop pela
vice-presidente Waldete Rolim.
Na construção de um processo como esse não
basta "parecer democrático", ou existe democracia
e respeito à todos ou o esforço estará fadado
ao fracasso.
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PORTARIA
INTERMINISTERIAL Nº 45, DE 05 DE MARÇO DE 2008 "FIXA
O EXERCÍCIO" DOS SERVIDORES NA PGF, MAIS UMA VEZ
NÃO FOI DADO O DIREITO DE OPÇÃO AOS SERVIDORES.
A UNASLAF VAI AO JUDICIÁRIO PARA BUSCAR ESSE DIREITO
DOS COLEGAS DE PODEREM OPTAR PELO RETORNO AO INSS.

Fonte:
DOU de 07.03.2008, Seção 1, pág. 26
Ministério
da Fazenda
GABINETE DO MINISTRO
PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 45,
DE 5 DE MARÇO DE 2008
Dispõe
sobre a fixação de exercício na Procuradoria-Geral
Federal dos servidores descritos no caput do art. 21 da Lei nº
11.457, de 16 de março de 2007.
Os
MINISTROS DE ESTADO DA FAZENDA, da PREVIDÊNCIA SOCIAL e
o ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO, no uso de suas atribuições
que lhes confere o art. 87, parágrafo único, incisos
I e II da Constituição, e tendo em vista o disposto
no art. 21, parágrafo único da Lei nº 11.457,
de 16 de março de 2007, e no art. 8º, inciso V, da
Lei nº 11.098, de 13 de janeiro de 2005, resolvem:
Art.
1º Fixar o exercício, na Procuradoria-Geral Federal,
dos servidores descritos no caput do art. 21 da Lei nº 11.457,
de 2007.
Art.
2º Ato conjunto do Diretor de Recursos Humanos do Instituto
Nacional do Seguro Social e do Diretor de Recursos Humanos da
Advocacia-Geral da União nominará os servidores
abrangidos pela presente Portaria.
Art. 3º
Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
GUIDO
MANTEGA
Ministro de Estado da Fazenda
LUIZ
MARINHO
Ministro de Estado da Previdência Social
JOSÉ
ANTONIO DIAS TOFFOLI
Advogado-Geral da União
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| DEPUTADO
HUGO LEAL SE REUNIRÁ COM O MINISTRO DA FAZENDA GUIDO MANTEGA
E DEFENDERÁ O PLEITO DOS SERVIDORES REDISTRIBUÍDOS
Atendendo
solicitação da UNASLAF, formulada pela presidente
Simone Melo em encontro ocorrido em Brasília na última
semana, o Deputado Hugo Legal (Líder do PSC e vice líder
do bloco PMDB/PSC/PTC na Câmara dos Deputados) incluiu a
situação dos servidores redistribuídos na
pauta da audiência que terá com o Ministro da Fazenda
Guido Mantega.
O
Deputado Hugo Leal foi um dos grandes responsáveis pela
articulação que resultou na aprovação
da MP 359 convertida na Lei 11501, onde foram acatadas as emendas
da UNASLAF dando aos servidores o direito de opção
unilateral pelo retorno ao INSS ou permanência na RFB, outra
emenda da UNASLAF criou a nomenclatura de Técnico do Seguro
Social, contemplando milhares de servidores redistribuídos
para a RFB além dos colegas da linha de benefício
do INSS.
Atento
aos desdobramentos decorrentes do descumprimento da Lei 11457,
o Deputado Hugo Leal proferiu
pronunciamento no Plenário da Câmara dos Deputados
comunicando ao Governo e a toda a sociedade sobre a paralisação
nacional que realizamos no dia 15 de agosto.
O
parlamentar é um profundo conhecedor do tema, apesar de
estar em seu primeiro mandato como Deputado Federal sua experiência
já é ampla, anteriormente foi Deputado Estadual,
no Estado do Rio de Janeiro foi Secretário da Justiça
e Direitos do Cidadão e a Secretário de Administração
e Reestruturação.
Advogado
militante, Hugo Leal possui especializações em Políticas
Públicas e Gestão Governamental e também
em Economia.
A
UNASLAF agradece mais uma vez pelo apoio e atenção
em defesa dos servidores redistribuídos para a RFB.
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UNASLAF
REUNIDA EM BRASÍLIA PARA TRAÇAR ESTRATÉGIAS
DE TRABALHO E AVALIAR O MOMENTO E A SITUAÇÃO DOS
SERVIDORES REDISTRIBUÍDOS PARA A SECRETARIA DA RECEITA
FEDERAL DO BRASIL
A UNASLAF
está reunida em Brasília para traçar estratégias
de trabalho e avaliar a conjuntura e o cenário atual que
envolve a situação dos servidores redistribuídos
para a Secretaria da Receita Federal do Brasil.
A reunião
conta com a participação de associados do Distrito
Federal, Ceará, Pernambuco, Minas Gerais, Santa Catarina,
Paraná, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Rio Grande do Sul,
Rio Grande do Norte e São Paulo.
A reunião
está sendo conduzida pela presidente da UNASLAF Simone
Melo e pelas vice-presidentes Nilda Maria Cachigian (SP), Waldete
Rolim (MG) e Claudete Henrique (PR).
Participam ainda representantes das associações
estaduais ASPLAF (SP), ASALAF (PR), ASAFIMIG (MG) e AGASALAF (RS).
Disponibilizaremos
na área restrita de nosso site (www.unaslaf.org.br) as
conclusões e resultados dessa reunião.
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| COGEP
DIVULGA MEMORANDO-CIRCULAR TRATANDO SOBRE O DIREITO À RETRATAÇÃO
A
COGEP divulgou nesta quarta-feira o Memorando-Circultar RFB/Cogep/Nº
513, de 05 de março dispondo sobre a opção
de retorno ao INSS e o direito à retratação.
A UNASLAF está apreciando o teor, consequências e
efeitos desse memorando; na sequência estaremos diulgando
instruções aos nossos associados.
O Memorando-Circular RFB/Cogep/Nº 513 tem a seguinte redação:
"Considerando
que o comando legal do § 4º do art. 12 da Lei nº
11.457, de 16 de março de 2007, não tem efetividade
imediata e que sua concretude é futura, nos prazos estabelecidos
pelo art. 2º do Decreto nº 6.248, de 25 de outubro de
2007, esta Coordenação-Geral, após ter ouvido
a área jurídica, comunica ser admissível
a retratação da opçãopor parte dos
servidores, independentemente de estar amparado em liminar, sendo
imprescindível que:
a) seja examinado caso a caso, e a decisão da chefia imediata
seja motivada pela conveniência administrativa, com fulcro
nos princípios da razoabilidade, interesse público
e eficiência, esculpidos no art. 2º da Lei nº
9.784, de 29 de janeiro de 1999;
b) a motivação seja expressa, nos termos do art.
50 da Lei nº 9.784, de 1999;
c) no exercício da discricionariedade, seja respeitado
o tratamento isonômico;
d) a retratação ocorra, em cada etapa, até
a data fixada no cronograma abaixo.
2.
Destarte, informa que as orientações pertinentes
ao cumprimento da 2a. etapa estabelecida no inciso II, do art.
2º do Decreto nº 6.248, de 2007, serão expedidas
em breve."
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UNASLAF
SERÁ RECEBIDA EM AUDIÊNCIA PELO PRESIDENTE DO SENADO
FEDERAL, SENADOR GARIBALDI ALVES FILHO.

Dirigentes
da UNASLAF serão recebidas em audiência nesta quarta-feira
pelo Presidente do Senado Federal, Senador Garibaldi Alves Filho.
Na quinta-feira teremos uma reunião com o Secretário
da Receita Federal do Brasil, ARFB Jorge Rachid e na sexta-feira
com o Diretor de Recursos Humanos do INSS Dedilson Nunes da Silva.
As informações e os resultados dessas reuniões
serão divulgados aqui em nosso site.
É a UNASLAF trabalhando cada vez mais, por você e
para você.
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ANALISTAS-TRIBUTÁRIOS
PEDEM DESLIGAMENTO DE GRUPO DE TRABALHO

O
processo de eleição para representante dos Analistas-Tributários
no grupo de trabalho (GT) do ProPessoas referente à Lei
Orgânica havia resultado na escolha do ATRFB Eunilton Peixoto,
que recebeu a maior quantidade de votos, tendo o ATRFB João
Jacques Pena obtido a segunda colocação. Chamados
para integrar a primeira reunião do referido GT, ocorrida
na semana passada em Porto Alegre/RS, o primeiro na condição
de membro com direito a voto e o segundo, como convidado, esses
colegas compareceram normalmente ao evento.
Hoje,
eles comunicaram publicamente a apresentação, na
sexta-feira passada, de pedido de desligamento do GT. Em trecho
do pedido apresentado por escrito ao coordenador dos trabalhos,
os colegas declaram não mais acreditar que o grupo constituído
venha a produzir uma minuta de Lei Orgânica que promova
a valorização do cargo de Analista-Tributário,
e muito menos a modernização e fortalecimento da
Receita Federal do Brasil.
Avaliação da DEN
As
justificativas apresentadas pelos colegas nos citados documentos
reforçam as suspeitas de parcialidade e manipulação
na condução do Programa Integral de Gestão
de Pessoas da Receita Federal do Brasil - ProPessoas. Criado sob
a égide da nobre missão de dotar o Órgão
de uma moderna política de gestão de pessoas, esse
Programa não vinha sendo, até então, alvo
de acusações ou boicotes por parte da categoria
e do Sindireceita. O Sindicato, inclusive, concedeu espaço
aos gestores, no fórum máximo da entidade (AGN),
para exposição do Programa e dos seus objetivos.
Porém,
vínhamos agindo com certa cautela, pois sempre existiu,
entre grande parte dos Analistas-Tributários, o receio
de que o ProPessoas fosse concebido, ou viesse a ser utilizado,
como instrumento de defesa de interesses vinculados a um corporativismo
danoso para a Instituição.
Reagiremos
adequadamente caso se confirme, em relação ao Programa,
o mesmo procedimento adotado por uma outra entidade de classe,
que utiliza o discurso do fortalecimento, resgate da autoridade
fiscal e precedência da Instituição para tentar
emplacar a supremacia absoluta do cargo de Auditor-Fiscal e o
aviltamento do Analista-Tributário, em prejuízo
à eficiência e eficácia da Receita Federal
do Brasil. Busca essa entidade manipular a opinião coletiva
ao tentar convencê-los do risco de "quebra do princípio
constitucional do concurso público" e nos expôr
como delinquentes a aplicar um golpe contra o governo, para esconder
o seu real intuito de inviabilizar qualquer medida justa que nos
beneficie. Chegaram ao ponto de levantar suspeitas sobre um dispositivo
que traz em sua redação o termo "demais formas
de provimento derivado admitidas pela Constituição
Federal". Será possível a quebra de algum princípio
constitucional por um dispositivo legal que exprime claramente
a obediência à Constituição? Lamentável
o fato de que há um documento contendo esse absurdo, assinado,
ainda, por um fórum de carreiras típicas de Estado.
Todo
esse temor de parcialidade na condução do ProPessoas
ganhou corpo com a publicação da Portaria que trata
da composição do GT, onde nela constam 11
Auditores-Fiscais e apenas 2 Analistas-Tributários, 2 servidores
do PCC/PGPE e 2 servidores previdenciários. Em
seguida, surgiu o "convite" aos Auditores-Fiscais posicionados
em segundo e terceiro na lista dos candidatos a representante
no GT, sem ter sido adotado o mesmo critério para as outras
categorias. Para completar, surgem as justificativas apresentadas
pelos colegas no já citado pedido de desligamento.
Para
não corrermos o risco de incorrer em julgamento precipitado,
pedimos aos gestores do Programa a publicação imediata
da minuta de Lei Orgânica resultante da reunião do
GT. Porém, cabe aqui um alerta quanto ao risco de que um
Programa supostamente instituído para pacificar a Casa
acabe ocasionando um acirramento ainda maior do conflito entre
cargos, com crescentes reflexos sobre o ambiente de trabalho.
E, mais uma vez, que não paire dúvidas quanto à
identificação dos reais responsáveis por
esse grave problema.
Dada
a gravidade do quadro aqui exposto, pedimos aos colegas eventualmente
convocados para fóruns ou reuniões do ProPessoas,
que solicitem o não-comparecimento aos mesmos, até
nova avaliação.
Sempre
agiremos com prudência, mas, como entidade que representa
os Analistas-Tributários, reagiremos fortemente a qualquer
ameaça à nossa categoria. E temos a convicção
de que convergimos com o interesse público. Quem paga os
nossos salários saberá cada vez mais da justeza
dos nossos pleitos, e mais do que isso, não permanecerá
calada diante do subaproveitamento de mão-de-obra tão
qualificada.
Por
fim, esperamos que a administração central do Órgão
venha a agir com firmeza e correção caso se confirmem
os temores que aqui relatamos. Não mais aceitaremos dessa
administração uma postura omissa e medidas paliativas
que não solucionam o problema com o qual vimos convivendo
por tanto tempo.
Fonte: www.sindireceita.org.br
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COORDENAÇÃO
DA TRANSIÇÃO PUBLICA BOLETIM DA TRANSIÇÃO
Nº 37, DE 29/02/2008

Coordenação
da Transição
Publicação do Boletim da Transição
nº 37, de 29/02/2007
BOLETIM DA TRANSIÇÃO Nº 37, DE 29/02/2008
Medidas
para melhoria do atendimento
A partir de reuniões realizadas em dezembro de 2007 entre
Unidades Centrais e Superintendências, várias medidas
estão sendo preparadas no sentido de simplificar o atendimento,
reduzir o fluxo de atendimento presencial e, em conseqüência,
aumentar a flexibilidade da gestão da área de atendimento,
colaborando para fazer face à prevista redução
no quantitativo de pessoal, devido à opção
de Analistas e Técnicos do Seguro Social pelo retorno ao
INSS.
O desdobramento das ações discutidas em dezembro
de 2007 foi apresentado pela Coordenação da Transição
em reunião realizada no dia 22 de fevereiro, com a presença
de Secretários Adjuntos, Coordenadores-Gerais e Superintendentes
Regionais.
Dentre os avanços relatados, merece destaque a publicação
da IN SRF nº 823 (DOU de 21/02/2008), que dispõe sobre
procuração que outorga poderes a terceiro para que
este, em nome do outorgante, utilize, mediante certificado digital,
os serviços disponíveis no e-CAC da RFB.
Tal medida possui grande potencial para desafogar os CAC, pois,
se houver ampla utilização pelos contabilistas,
vários serviços passarão a ser utilizados
à distância pelos milhares de pequenas e médias
empresas que não possuem certificado digital, bem como
para pessoas físicas. Dentre outros, estão disponíveis
mediante certificação digital a pesquisa de situação
fiscal e o parcelamento (exceto relativos às contribuições
previdenciárias), serviços que respondem por significativa
parcela do atendimento presencial.
Quanto à maior conclusividade dos serviços de CPF
nos conveniados, normatizada pela IN RFB nº 804, de 4 de
janeiro de 2008, a expectativa é de que as medidas sejam
implementadas entre março e maio de 2008, mediante as devidas
alterações nos sistemas informatizados dos Correios,
Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.
No tocante à CND previdenciária foram alteradas
regras que estabeleciam prazos restritivos à emissão
- fim do congelamento de 30 dias para emissão de nova CND
pela Internet e aumento de 30 para 90 dias do prazo anterior ao
vencimento para solicitação de outra CND. Foi homologado
o sistema RestituiçãoWeb, referente a restituições
previdenciárias, estando pendente a realização
de testes piloto antes da implantação em todo o
Brasil. Quanto ao parcelamento previdenciário, foi autorizado
o parcelamento de débitos que ainda não tivessem
sido confessados.
Foram também noticiados diversos eventos de capacitação
e outros avanços obtidos, permitindo antever a gradual
implantação das medidas previstas.
Atingida a meta de cobrança previdenciária ago-dez/2007
A Nota Codac/Cobra/Dicop nº 004/2008, disponível na
Intranet, informa que foi atingida em praticamente 100% a meta
de cobrança, mediante IP (Intimação para
pagamento), de contribuições previdenciárias
declaradas em GFIP e não recolhidas pelos contribuintes.
Foram expedidas 49.776 IP, enquanto a meta para o período
de agosto a dezembro de 2007 era de 50.000. A 1ª Região
Fiscal obteve o maior percentual de atingimento da meta - 111%
(4.836 IPs expedidas contra uma meta de 4.353).
O gerenciamento e cumprimento da meta demonstra que a cobrança
previdenciária encontra-se incorporada às preocupações
e rotinas da RFB, em mais um passo na sucessiva subida de patamares
rumo à unificação plena.
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PROPESSOAS
INFORMA SOBRE PRÓXIMOS E FUTUROS PASSOS DO PROJETO LOF
Próximos
e futuros passos do Projeto LOF/ProPessoas
Colegas da RFB:
O
PROJETO LOF/PROPESSOAS E A PARTICIPAÇÃO DOS SERVIDORES
Como
já se disse, mesmo à vista de todas as características
da LOF do art. 50 da Lei 11.457, de 2007, e das dificuldades com
o prazo curtíssimo, com a obtenção de consenso
interno, com a especificidade jurídica da matéria,
ainda assim a LOF foi inscrita no ProPessoas para ser construída
com base numa metodologia de elaboração participativa
que nunca antes se experimentou em nossa casa.
Para
instrumentalizar essa participação, diversos e inéditos
fóruns de decisão, canais de comunicação
e instâncias de participação dos administradores,
demais servidores e das entidades que os representam foram criados,
como o Comitê Deliberativo do ProPessoas*, a Mesa de Audiências*,
a Consulta Pública Interna*, os Grupos de Trabalho - GT*,
com participantes escolhidos por votação eletrônica
pelo conjunto dos servidores, tudo isso realizado mediante normas
escritas, transparência e ampla divulgação.
UMA
NECESSÁRIA VISÃO DE CONJUNTO
Na
discussão do Projeto LOF/ProPessoas é necessária
uma visão de conjunto de todo esse processo, não
se devendo perder de vista os passos importantes que Projeto percorreu
desde a Minuta inicial - esta que foi apresentada às críticas
e sugestões de todos os servidores da RFB, e bem assim
a longa jornada a cumprir até que venha a ser inscrito
no corpo de leis da República, por ato do Presidente.
Longos
meses, portanto, de trabalho, luta, espera.
Nos
textos disponíveis abaixo (Seção ÚLTIMAS
NOTÍCIAS - Pontos Importantes acerca do Projeto LOF/ProPessoas
e Saiba o que é a LOF - A Lei Orgânica dos Fiscos
Federais) se quer chamar a atenção dos servidores
da RFB para as reais características desse projeto e da
necessária visão de médio/longo prazo que
se deve ter do seu processo de construção.
Veja-se
que didaticamente podemos vislumbrar no mínimo quatro MOMENTOS
desse processo, e, em cada um deles, diferentes cenários
e níveis de participação, quer dos servidores
da RFB, quer das suas entidades representativas, quer da própria
instituição RFB.
Em
cada um desses MOMENTOS novas e aperfeiçoadas versões
da minuta do Anteprojeto vão surgindo, visto que se trata
de uma construção evolutiva, para a qual não
há questões fechadas, e sim sinais de rumo e orientações
de Governo evidenciados desde o início do processo pela
"Moldura" e "Premissas" do Projeto (1)
Façamos
um resumo disso para entender melhor.
MOMENTO
1 - PROJETO LOF NO ÂMBITO DO PROPESSOAS
Ambiente
em que se construiu a 1a. Minuta, isto é, a Minuta que
foi preparada por um Grupo de Colaboradores do ProPessoas (1),
sintetizando as sugestões apresentadas pelas entidades
dos servidores nas Mesas de Audiências (*), elaborada de
acordo com as especificações técnicas do
Projeto baixadas pelo Comitê Deliberativo do ProPessoas.
Aqui
vale novamente reafirmar que essa 1a. Minuta não constitui
uma proposta da Administração e nem passou pelo
crivo da RFB ou de qualquer outro Ministério. Tal 1a. Minuta
teve a finalidade exclusiva de iniciar e encaminhar no âmbito
do ProPessoas a discussão e a coleta de sugestões
sobre o tema LOF pelo conjunto dos servidores da RFB.
E
o ProPessoas é também o ambiente em que está
sendo construída a 2ª. Minuta, ou seja, a minuta em
preparo pelo Grupo de Trabalho - GT LOF/ProPessoas, reunido em
Porto Alegre, que está sendo elaborada com base na referida
1a. Minuta, nas sugestões apresentadas pelos servidores
de todas as unidades da RFB e nas idéias, discussões
e deliberações do próprio Grupo de Trabalho
- GT LOF/ProPessoas. Essa minuta deverá ser, em seguida,
apresentada ao Comitê Deliberativo do ProPessoas.
No
Comitê Deliberativo do ProPessoas, essa 2a. Minuta preparada
pelo GT LOF/ProPessoas poderá ser aprovada, emendada ou
retificada (§ 3º do art. 9 da Resolução
CDP n. 3, de 2008). Daqui sairá a 3a. Minuta, que vai ser
objeto do Workshop LOF/ProPessoas.
MOMENTO
2 - PROJETO LOF NO ÂMBITO DA RFB
No
ambiente do Workshop LOF/ProPessoas os pontos complexos e controvertidos
da 3a. Minuta serão debatidos e cotejados com visões
da LOF externas à RFB. Ao final, será elaborada
uma 4a. Minuta.
Após
o Workshop LOF/ProPessoas, a 4a. Minuta passará por uma
revisão técnico-jurídica a ser feita pelos
Consultores Internos ao Projeto*, com eventual apoio de consultoria
externa, em face das especificidades das matérias de que
trata o projeto.
Após
isso, uma 5a. minuta revisada será entregue ao Secretário
da RFB.
De
posse dessa 5a. versão da Minuta do Projeto LOF/ProPessoas,
caberá ao Senhor Secretário da RFB fazer uma avaliação
do seu conteúdo do ponto de vista da oportunidade, conveniência
e interesse público, antes de dar seguimento ao Projeto.
(§ 4º do art. 9 da Resolução CDP n. 3,
de 2008).
MOMENTO
3 - PROJETO LOF NO ÂMBITO DA ADMINISTRAÇÃO
FEDERAL
A
minuta do Anteprojeto do Projeto da Lei Orgânica dos Fiscos
Federais - LOF preparada pela RFB na forma acima seguirá
então para os escalões superiores da hierarquia:
Ministério da Fazenda/PGFN e Casa Civil da Presidência
da República.
Caberá
à Casa Civil da Presidência da República dar
forma final ao Projeto que o Presidente da República enviará
ao Congresso Nacional, para tanto articulando-se com todos os
interessados no Projeto: Ministério da Fazenda (MF), Ministério
do Trabalho e Emprego (MTE), Ministério do Planejamento
e Orçamento (MPOG), Advocacia-Geral da União (AGU).
MOMENTO
4 - PROJETO LOF NO ÂMBITO DO CONGRESSO NACIONAL
No
Congresso Nacional, o Projeto da LOF percorrerá as instâncias
democráticas de discussão legislativa, nas quais
naturalmente vão atuar as entidades dos servidores, de
um lado, e, de outro, entidades e grupos de interesse externos
à RFB. Todos atuando de forma legítima na defesa
dos interesses dos seus representados.
É
a regra do jogo democrático. E para esse jogo é
indiscutível que todo o consenso interno que for inscrito
na minuta final a ser entregue ao Senhor Secretário fortalecerá
a RFB e os seus servidores.
(1)
A 1a. Minuta do Anteprojeto da LOF/ProPessoas e o documento "Premissas..."
estão disponíveis na Página do ProPessoas
na IntraRFB no seguinte endereço eletrônico: Seção
3 - METODOLOGIA DE CONSTRUÇÃO / Rede ProPessoas
/ Minuta do Anteprojeto da LOF do ProPessoas e também na
Seção 6 - Banco de Sugestões e Experiências
- Tema 1 - LOF).
(2)
Ver as seguintes Notas INFORME-SE!: a) De 20-11-2007 - ProPessoas:
Proposta a Mesa de Audiências com as entidades; b) De 27-11-2007
- Mesas de Audiências: Criado canal de comunicação
com as entidades; c) De 28-01-2008 - ProPessoas: Discussão
do Projeto da LOF pelo conjunto dos servidores.
Pontos Importantes acerca do Projeto LOF/ProPessoas
ORIENTAÇÕES
DO COMITÊ DELIBERATIVO DO PROPESSOAS PARA ELABORAÇÃO
DO PROJETO LOF
A
elaboração do Projeto LOF do ProPessoas se orienta
pelas especificações do projeto estabelecidas pelo
Comitê Deliberativo do Programa. Essas especificações
são: a) Moldura Técnico-Administrativa e b) Premissas
(1)
NÍVEL
DE GOVERNO DA RFB NO TOCANTE AO PROJETO LOF (art. 50 da Lei 11.457,
de 2007)
O
propósito do ProPessoas é construir uma minuta do
Anteprojeto para ser entregue ao dirigente máximo da nossa
instituição - o Secretário, visto que ele
é o interlocutor da RFB com as instâncias superiores
da Administração Pública Federal.
Desse
modo, deve-se ter em mente o nível de autonomia e de governo
da RFB no tocante a esse Projeto LOF, pois sendo um órgão
da Administração Direta, a RFB deve
subordinação
hierárquica ao Ministro da Fazenda;
subordinação jurídica à PGFN;
subordinação política às orientações
de Governo (Casa Civil da Presidência da República)
DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO DA MINUTA DO ANTEPROJETO
DA LOF/PROPESSOAS
A construção da minuta a ser apresentada ao Secretário
da RFB está se dando num processo participativo, com diversas
instâncias e formas de participação, e sendo
orientada pelas especificações técnicas do
Projeto estabelecidas pelo Comitê Deliberativo (1), e bem
assim pela Metodologia de Construção dos Projetos
do ProPessoas (2).
Nesse
contexto, a minuta deverá percorrer diversas instâncias,
quais sejam:
A
participação das entidades na Mesa de Audiências*
A participação do conjunto dos servidores na Consulta
Pública Interna*
A participação de representantes da administração
e dos servidores no Grupo de Trabalho - GT - LOF*
A participação do Comitê Deliberativo do ProPessoas
na análise da minuta preparada pelo GT LOF/ProPessoas,
e a apresentação dessa minuta ao conjunto dos Administradores
da RFB (3)
A participação no Workshop LOF/ProPessoas*:
da administração da RFB;
de servidores da RFB;
do GT da LOF/ProPessoas;
de representantes dos servidores que participaram do processo
de votação eletrônica e forem selecionados
pela Secretaria-Executiva do ProPessoas*;
das entidades representativas dos servidores da RFB; e
de órgãos/entidades externas à RFB (MF,MTE,MGOP,
AGU/PGFN, Casa Civil, e, eventualmente, de profissionais especialistas
na matéria)
A
participação do Grupo de Consultores Internos* na
revisão formal, técnico-jurídica, da minuta
oriunda do Workshop LOF/ProPessoas, com eventual apoio de consultoria
externa, em face das especificidades das matérias de que
trata o projeto.
(1) A 1a. Minuta do Anteprojeto da LOF/ProPessoas e o documento
"Premissas..." estão disponíveis na Página
do ProPessoas na IntraRFB no seguinte endereço eletrônico:
Seção 3 - METODOLOGIA DE CONSTRUÇÃO
/ Rede ProPessoas / Minuta do Anteprojeto da LOF do ProPessoas
e também na Seção 6 - Banco de Sugestões
e Experiências - Tema 1 - LOF).
(2)
Ver o número 2 da COLETÂNEA "O QUE É"
disponível na Página do ProPessoas na IntraRFB no
seguinte endereço eletrônico: Seção
1 - APRESENTAÇÃO / Coletânea O QUE É,
e também na Página WEB - Seção ÚLTIMAS
NOTÍCIAS - 23-11-2007 - O que é o ProPessoas?
(3)
§ 3º do art. 9 da Resolução CDP n. 3,
de 2008. Ver Página do ProPessoas na IntraRB - Seção
10 - LEGISLAÇÃO / Regulamentação do
ProPessoas
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ARRECADAÇÃO
SOBE R$ 10 BILHÕES EM JANEIRO MESMO SEM A CPMF

Mesmo
sem a Contribuição Provisória Sobre Movimentação
Financeira (CPMF), que deixou de ser cobrada no início
deste ano, a arrecadação de impostos e contribuições
federais, o que inclui as receitas do INSS, bateu recorde histórico
para meses de janeiro ao somar R$ 62,5 bilhões. Isso representa
um crescimento real de expressivos 20%, ou de pouco mais de R$
10 bilhões em relação ao arrecadado em janeiro
de 2007 (R$ 52,1 bilhões).
A Receita Federal informa que o crescimento da arrecadação
em janeiro deste ano decorre, principalmente, do crescimento da
economia brasileira, em especial no último trimestre do
ano passado, e, também, de ações do órgão,
e da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), no combate
à evasão de tributos.
O secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, ao ser questionado
sobre a necessidade de manutenção da CPMF, tentou
convencer, mesmo sabendo do forte crescimento da economia no fim
do ano passado, de que o movimento em janeiro seria "atípico".
"Não tem elemento que diga que a arrecadação
vai mudar de patamar. Não é possível projetar
aumento de 20% [da arrecadação] para todo este ano",
disse ele, admitindo, porém, que um aumento de 10% a 12%,
em termos reais, seria possível neste ano.
IOF e CPMF
O órgão informou ainda que o aumento da alíquota
do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) para
pessoas físicas e para empresas, na concessão de
empréstimos, gerou o aumento de R$ 400 milhões na
arrecadação federal - com crescimento real de 89%
sobre janeiro de 2007. Desse modo, mesmo com o grande crescimento
real da receita do tributo, o aumento da alíquota respondeu
por uma pequena parcela do aumento total de R$ 10 bilhões
registrado pela arrecadação em janeiro deste ano.
"Por outro lado, a extinção da CPMF gerou decréscimo,
no mês, de cerca de R$ 2,1 bilhões. Dessa forma,
o saldo resultante dessas alterações (menos R$ 1,7
bilhão) contribuiu negativamente para o resultado da arrecadação
dod mês", informou a Receita Federal.
Apesar
do fim da CPMF, houve uma cobrança do tributo na primeira
semana de janeiro deste ano, referente a fatos geradores do fim
de 2007. Deste modo, ingressaram, em janeiro, R$ 875 milhões
nos cofres públicos em CPMF - valor que foi classificado
como "resíduo" por Rachid, da Receita Federal.
Em janeiro do ano passado, porém, a arrecadação
do tributo somou R$ 3,04 bilhões e, em dezembro de 2007,
R$ 3,7 bilhões.
Imposto de Renda
O Imposto de Renda cobrado das pessoas físicas teve incremento
real, isto é, descontada a inflação, de 18%
em sua arrecadação de janeiro do ano passado para
igual período deste ano. Desse modo, subiu de R$ 592 milhões
em janeiro de 2007 para R$ 700 milhões no mês passado.
Segundo a Receita Federal, isso decorre do crescimento observado,
especialmente, no ganho líquido em operações
com bolsas de valores.
Já o IR cobrado das empresas teve crescimento real mais
forte ainda: de 51%. Em janeiro do ano passado, esse tributo arrecadou
R$ 7,5 bilhões, valor que subiu para R$ 11,3 bilhões
em igual período deste ano. "Este resultado reflete
os lucros obtidos em 2007, especialmente pelo setor financeiro,
e pelas vendas de participações acionárias,
principalmente de empresas ligadas ao setor de mineração",
informou a Receita.
Segundo o órgão, foi registrada "forte antecipação"
do recolhimento do IR das empresas em janeiro deste ano relativo
ao ano base 2007. O prazo legal vai de janeiro a março
de cada ano.
Outros fatores
A Receita Federal informou ainda que o crescimento de 10,2% no
volume de vendas em dezembro do ano passado, sobre o mesmo mês
de 2007 (com impacto na arrecadação de janeiro),
com destaque para setores de equipamentos e material para escritório,
além de partes e peças, entre outros, também
incrementou a arrecadação em janeiro deste ano.
O órgão também citou o aumento de 39,1% no
volume de vendas de veículos no mercado interno. A elevação
de 6,4% na produção industrial em dezembro do ano
passado, com relação ao mesmo mês de 2007,
foi outro fator apontado pela Receita Federal. O crescimento de
45,6% nas importações em janeiro deste ano, contra
janeiro dde 2007, também impulsionou a arrecadação
de tributos.
Segundo a Receita Federal, também foi registrada em janeiro
deste ano a elevação de 34% na arrecadação
de multas e juros, e de 89% na receita oriunda da cobrança
de depósitos judiciais e administrativos. A fiscalização
de pessoas físicas e jurídicas, segundo o órgão,
subiu 39% em janeiro deste ano - o que também pesou para
aumentar a arrecadação.
Fonte: www.g1.com.br
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PROPOSTA
DE REFORMA TRIBUTÁRIA É ENTREGUE NO CONGRESSO
NACIONAL

O
ministro da Fazenda, Guido Mantega, entregou ao presidente da
Câmara, Arlindo Chinaglia, a proposta de reforma tributária
do governo. A PEC não recria a CPMF e veta aumento de carga
tributária na adoção do Imposto sobre Valor
Agregado (IVA), que vai substituir tributos federais e estaduais
que incidem sobre a produção como PIS, Cofins, Cide
e ICMS
O
projeto de reforma tributária chega ao Congresso Nacional
depois de ter sido longamente debatido por empresários,
governadores, sindicalistas e outros representantes da sociedade.
O
anúncio de que a reforma do modelo tributário do
país seria levada para avaliação do Legislativo
foi feito na semana passada por Mantega, após reunião
com empresários e lideranças da Confederação
Nacional da Indústria (CNI). Desde então, diversas
reuniões internas e encontros foram realizados para discutir
o projeto.
Uma
das alterações, em decorrência dos encontros,
é a retirada de medidas que previam a redução
do recolhimento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)
feito pelas empresas em favor dos empregados. A mudança
foi reivindicada por representantes de centrais sindicais recebidos
pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na segunda-feira
(25).
De
acordo com o líder do governo no Senado, Romero Jucá
(PMDB-PR), possíveis sugestões de alteração
na contribuição patronal serão levadas ao
Congresso posteriormente, em projeto de lei.
Nos
últimos dias, governadores, em visita ao Ministério
da Fazenda, se posicionaram a favor da reforma. O de Minas Gerais,
Aécio Neves (PSDB), afirmou que a iniciativa é necessária
e que a proposta precisa ser aprimorada, mas traz avanços
para o sistema tributário do país.
Opinião
semelhante tem o governador do Amazonas, Eduardo Braga, que se
mostrou favorável à reforma, mas ponderou que as
vantagens fiscais da Zona Franca de Manaus devem ser mantidas.
Um
dos primeiros a conhecer em linhas gerais a proposta do governo,
o presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, afirmou que a reforma
está aquém do que espera o setor. Na semana passada,
entretanto, ele havia considerado positiva a retomada da discussão
sobre o pagamento de tributos no Brasil e disse que esperava que
os parlamentares melhorassem as medidas anunciadas.
A
reforma tributária prevê unificação
de impostos, simplificação do pagamento e da arrecadação
de tributos, e desoneração de investimentos, entre
outros pontos.
*Com
informações da Agência Brasil
Mantega: desoneração depende de aprovação
da reforma
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou hoje que a desoneração
da folha de pagamentos estará vinculada à aprovação
da reforma tributária e a seu período de implementação.
Segundo ele, a idéia é reduzir a contribuição
patronal ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em 6 pontos
porcentuais, sendo um ponto porcentual ao ano. Com isso, a contribuição
patronal para a previdência cairia dos atuais 20% para 14%.
Além disso, a contribuição ao salário
educação também será retirada da folha
de pagamentos e incluída no Imposto sobre o Valor Adicionado
(IVA) federal que será criado com a reforma.
Segundo Mantega, a reforma tributária vai permitir ganhos
de receita por conta do maior crescimento da economia e diminuição
da informalidade. Estes ganhos de arrecadação, segundo
Mantega, serão devolvidos à sociedade na forma de
desoneração tributária. O ministro destacou
que a reforma prevê uma desoneração dos investimentos
por meio da eliminação do prazo de recuperação
de crédito tributário, que hoje leva até
48 meses.
As declarações de Mantega foram feitas após
encontro com o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP),
na qual apresentou a proposta de reforma tributária do
governo.
Mantega demonstrou otimismo quanto à aprovação
da reforma. Ele afirmou ainda que o principal objetivo da reforma
tributária é simplificar a estrutura tributária
ao mesmo tempo em que promove desonerações, melhorando
a posição das empresas brasileiras no mercado internacional.
"Queremos reduzir os tributos no Brasil. Vamos pagar menos
tributos e vamos pagar tributos menores", disse. Em seguida,
o ministro iniciou reunião com o presidente do Senado,
Garibaldi Alves (PMDB-RN).
(Agência Estado)
ACESSE AQUI O INTEIRO TEOR DA PEC 233/2008 (REFORMA TRIBUTÁRIA)
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COORDENADOR
DA COGEP ORIENTA AOS SERVIDORES QUE QUEREM PLEITEAR O RETORNO
IMEDIATO AO INSS PARA QUE DIRIJAM OS PEDIDOS DIRETAMENTE PARA
AS CHEFIAS DAS UNIDADES
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