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_________________Notícias_________________
MARÇO DE 2009
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Agências do INSS vão funcionar dez horas sem intervalo
BRASÍLIA - As agências do Instituto Nacional do Seguro
Social (INSS) passam a funcionar, a partir de 1º de junho, dez
horas ininterruptas, das 7h às 19h.
De acordo com a Resolução nº 65, para maior
comodidade dos cidadãos, o atendimento será feito,
preferencialmente, com hora marcada. O agendamento será feito
pela internet, no www.previdencia.gov.br ou por telefone, no 135.
Além disso, o horário de início e término
do atendimento deverá ser fixado em local visível no
interior das agências.
(Agência Brasil)
Data da Publicação: 26/05/2009
GOVERNO FARÁ RECADASTRAMENTO DE SEVIDORES FEDERAIS
RIO - O governo prepara para o mês de julho um censo de
recadastramento dos servidores públicos federais, nos moldes do
levantamento realizado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),
iniciado em 2005 e que atingiu mais de 17 milhões de pessoas. O
ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou que o objetivo
é finalizar a primeira etapa do processo em 60 dias e atingir
até 99% dos cerca de 1,2 milhão de servidores da ativa,
inativos e pensionistas.
Bernardo, que participou da cerimônia de assinatura de contrato
para implantação de um novo sistema de Recursos Humanos
(RH) no governo do Estado do Rio de Janeiro, ressaltou que, depois da
primeira etapa, o governo federal vai buscar contato com os servidores
que não forem encontrados, seja por meio de carta ou de
comunicação dos bancos pagadores dos salários e
pensões.
O ministro revelou que o governo federal tem hoje 538 mil servidores da
ativa, 370 mil inativos e 330 mil pensionistas e contou que já
houve algumas simulações em órgãos
federais, mas admitiu que ainda não é possível
fazer uma estimativa de quanto poderia ser economizado com a medida.
"Não temos uma clara noção (do quanto pode ser
economizado), mas, pelo que fizemos, verificamos que há
incoerências, incongruências", garantiu o ministro. "Mas o
objetivo não é só fazer economia e cortar.
É simplesmente pagar o que é devido, o que é
justo", acrescentou.
Questionado sobre a Comissão Parlamentar de Inquérito
(CPI) da Petrobras, Bernardo voltou a afirmar que o importante é
não afetar a imagem da estatal. "Não é
possível que o Senado vá fazer campanha para esculhambar
a Petrobras", frisou.
(Rafael Rosas | Valor Online)
Data da Publicação: 26/05/2009
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Paulo Paim anuncia que veto a reajuste das pensões será votado em 8 de julho
senador Paulo Paim (PT-RS) anunciou nesta segunda-feira (25) que o
presidente do Senado, José Sarney, convocará uma
sessão do Congresso Nacional para o dia 8 de julho
próximo, a fim de colocar em votação o veto do
presidente da República à emenda que garantia a
aposentados e pensionistas o mesmo reajuste concedido ao
salário-mínimo em 2006, que foi de 16,67%.
Esse foi o acordo estabelecido com o presidente José Sarney
durante a mobilização dos aposentados, que na tarde desta
segunda-feira ocuparam o Plenário e as galerias da Câmara
dos Deputados. Eles pretendiam manter-se em vigília durante toda
a noite, mas, após o anúncio da proposta, aceitaram
seguir com a mobilização no local somente até 22h,
acatando pedido formulado pelo presidente da Câmara, Michel Temer.
Paulo Paim informou ainda que Michel Temer assumiu o compromisso de
colocar em votação, logo no início do mês de
junho, o Projeto de Lei (PL) 01/07, que também contempla os
interesses de aposentados e pensionistas. Neste projeto, uma emenda
apresentada no Senado por Paim garante que todos os benefícios
da Previdência Social sejam reajustados pelos mesmos
índices determinados para o reajuste do
salário-mínimo.
Outro projeto que os aposentados esperam que seja colocado em pauta
para votação na Câmara dos Deputados é o PL
3299/08, que extingue o fator previdenciário .
O senador Paulo Paim participou da mobilização dos
aposentados, juntamente com outros parlamentares, e participou das
negociações com os presidentes do Senado e da
Câmara dos Deputados. Segundo Paim, a proposta que estabelece a
votação do veto somente em 8 de julho permite que seja
mantida a pressão sobre a Câmara dos Deputados para que os
outros projetos sejam aprovados. Paim garantiu que nesse intervalo de
tempo os aposentados e seus representantes vão atuar para
garantir a aprovação do projeto que acaba com o fator
previdenciário.
Flavio de Mattos / Agência Senado
Data da Publicação: 25/05/2009
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Tucano é indicado como 1º líder da Minoria no Congresso
BRASÍLIA - Os líderes do PSDB e do DEM na Câmara e
no Senado formalizaram hoje a indicação do deputado
tucano Otávio Leite (RJ) para ocupar a Liderança da
Minoria no Congresso. Este é um cargo novo, criado no ano
passado, e só agora preenchido. Até agora, a
oposição tinha lideranças na Câmara e no
Senado, mas não no Congresso. Os líderes no Congresso
têm atuação principalmente nos temas discutidos em
conjunto pelas duas Casas, como Orçamento e vetos do presidente
da República.
A indicação de Otávio Leite foi encaminhada ao
presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), hoje, mesmo dia em
que a senadora Ideli Salvatti (PT-SC) assumiu a liderança do
governo no Congresso, em substituição a Roseana Sarney
(PMDB-MA), agora governadora do Maranhão. Otávio Leite
fará uma visita a Sarney amanhã e a Ideli, na
quinta-feira. "A liderança do governo no Congresso já
existia, faltava a representação da minoria. É
mais um espaço para o debate", disse o novo líder.
LUCIANA NUNES LEAL - Agencia Estado
Data da Oublicação: 21/05/2009
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Bernardo estima que arrecadação federal possa cair em R$ 50 bilhões
Ministro do Planejamento diz que isso representa queda de 7%.
Queda reflete tanto a crise quanto as desonerações do governo.
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse nesta
terça-feira (19) que a estimativa é de que a
arrecadação do governo em 2009 será R$ 50
bilhões menor do que os R$ 800 bilhões inicialmente
esperados.
"São quase 7% a menos", disse. Segundo ele, a "forte queda" de
arrecadação em 2009 é provocada não apenas
pela redução de receita com tributos, mas também
por desonerações determinadas pelo governo.
O ministro mandou um recado para os que criticam a
manutenção de gastos do governo na crise. "É muito
tosco achar que só cortar gastos vai resolver problemas de um
oaís como o nosso", afirmou. Segundo Bernardo, o Brasil vai sair
da crise mais forte do que entrou.
"Consideramos que a crise não interrompeu o processo de
desenvolvimento do país. O Brasil não ajudou a criar o
problema, mas é parte da solução. A crise pode ser
uma oportunidade", disse ele em palestra no XXI Fórum Nacional,
que acontece na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social (BNDES), no Rio.
Fonte: O Globo
Data da Publicação: 19/05/2009
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PROJETO
DE LEI PROPÕE REAJUSTE NOS VALORES DO
VALE-ALIMENTAÇÃO PAGOS A 539 MIL FUNCIONÁRIOS DO
EXECUTIVO, CONGELADOS HÁ 5 ANOS
O governo federal decidiu reajustar o vale-alimentação
pago aos servidores do Executivo. Até o fim deste mês, o
Ministério do Planejamento encaminhará à
Câmara dos Deputados um projeto de lei propondo o aumento do
benefício. Distribuído aos 539 mil funcionários da
ativa na administração direta, o tíquete varia
atualmente de R$ 126 a R$ 161,99 por mês e está congelado
desde 2004.
Estudos da Secretaria de Orçamento Federal (SOF) mostram uma
acentuada defasagem ao longo dos últimos anos. O percentual de
aumento ainda não está definido, mas as análises
técnicas levaram em conta a inflação acumulada no
período e as diferenças no custo da
alimentação fora de casa nas mais variadas regiões
do país. Os impactos financeiros estão sendo estimados.
A correção do vale é uma das
reivindicações mais antigas dos sindicatos ligados
às carreiras do Executivo nos outros poderes, os servidores
recebem algo em torno de R$ 600. A Confederação dos
Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef)
considera que o ideal seria elevar o tíquete para R$ 400 ao
mês.É papel do governo investir no servidor. Até
porque a massa de trabalhadores não está na Esplanada dos
Ministérios e sim nos estados, disse Josemilton Costa,
secretário-geral da entidade.
Cálculos não oficiais revelam que se a mudança
ocorrer nos padrões pretendidos pela Condsef a despesa anual com
esse tipo de benefício saltará de R$ 900 milhões
para R$ 2,3 bilhões. A entidade justifica que em outros estados
brasileiros os servidores federais não contam com restaurantes
tão baratos e tão próximos do órgão
onde estão lotados. No mesmo projeto de lei que está em
fase final de elaboração, o governo ainda deverá
propor mudanças em outros benefícios. Além do
tíquete, está em discussão reajustar os valores
das diárias, do vale-transporte e do auxílio creche.
(Fonte: Correio Braziliense)
Data da Publicação: 14/05/2009
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Servidores públicos ficam mais perto do reajuste salarial
Embora ainda tente conter a sangria que faz a arrecadação
de impostos despencar, o governo já trabalha sob novas bases
fiscais e — pelo menos do ponto de vista financeiro —
acredita ter recuperado o fôlego para pagar os reajustes
prometidos ao funcionalismo. Com a redução do
superávit primário deste ano de 3,8% para 2,5% do Produto
Interno Bruto (PIB), autorizada em abril, o Palácio do Planalto
contará com recursos extras que serão decisivos para
amenizar boa parte da pressão que asfixia o caixa federal. A
necessidade de encontrar verbas para investir e blindar a economia da
crise não é mais tão urgente.
A manobra no superávit primário injetará R$ 40,1
bilhões nos cofres públicos, um colchão dos mais
robustos capaz de fazer frente às perdas com o recolhimento de
impostos. A Receita Federal registra recuos desde novembro. Em
relação ao primeiro trimestre de 2008, a
arrecadação nos três primeiros meses de 2009 caiu
6% (saldo corrigido pela inflação), movimento que
preocupa, mas não imobiliza o Fisco. A segunda parcela de
reajustes está programada para vigorar em julho. Cerca de 1,8
milhão de servidores do Executivo aguardam por melhorias nos
contracheques que variam de 30% a 150%, dependendo da categoria, e
sabem que maio e junho serão meses decisivos. O impacto
orçamentário estimado na folha de pessoal neste ano
é de R$ 29 bilhões, custo que aumentará em 2010 e
2011 quando os reajustes terão efeitos integrais.
O afrouxamento nas contas públicas e a disposição
do governo de pagar os aumentos previstos em lei são duramente
criticados por especialistas. “Com a mudança na
contabilidade os reajustes se tornam viáveis. O problema
é que a qualidade do gasto público vai piorar. O ideal
seria manter o esforço fiscal e ampliar o ritmo de
investimentos”, diz Felipe Salto, analista da consultoria
Tendências. Economistas de mercado acreditam também em
“efeitos danosos” para economia do país nos
próximos dois anos. “Está em curso a velha
estratégia de todo governo: deixar um cheque para outro
pagar”, completa Nelson Marconi, professor de economia da
Fundação Getulio Vargas (FGV).
Cenários
Internamente, o governo tem divergido pouco em relação ao
tema. Até março, uma parte da equipe econômica
desaconselhava autorizar os aumentos às categorias sob pena de o
Brasil patinar na crise externa que abalou o emprego, a renda e setores
importantes da economia brasileira. Atualmente, há apenas um
foco de resistência: o Tesouro Nacional. Na semana passada, o
secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, mandou recados.
“Vamos analisar a continuidade ou não durante o mês
de maio”. Até o fim deste mês, os ministros do
Planejamento, da Fazenda, além da Receita Federal e do Tesouro
vão se reunir para detalhar se houve ou não
avanços em relação às políticas
fiscais adotadas para reforçar o cofre. O cenário
é bem mais favorável ao servidor.
Candidata preferida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva
à sucessão de 2010, a ministra da Casa Civil, Dilma
Rousseff, trabalha nos bastidores pelo aumento temendo
reações das corporações da Esplanada dos
Ministérios. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo,
também faz coro: “Está na nossa conta pagar”,
afirma Bernardo. Um possível adiamento ou mesmo a ideia de
cancelar os reajustes tiraram o sono dos estrategistas políticos
do governo nos últimos dois meses. Dizer
“não” ao funcionalismo chegou a ser cogitado por
Dilma e Bernardo. Com a melhora discreta da cena macroeconômica,
agora as atenções estão voltadas para a forma como
o Planalto irá capitalizar o cumprimento dos acordos assinados
no ano passado com os sindicatos.
Para João Paulo Peixoto, cientista político da
Universidade de Brasília (UnB) e especialista em
administração pública, tende a prevalecer a
vontade política, já que a corrida presidencial
está em curso. “O compromisso do PT com o servidor
é histórico. O governo não tem mais como recuar.
Se isso acontecer será uma frustração muito grande
e certamente respingará no candidato oficial”, explica.
Jorge Pinho, professor do departamento de Administração
da UnB, concorda. Segundo ele, a decisão menos desgastante
é liberar os aumentos. “Vai aumentar a despesa. Mas isso
volta na forma de consumo e impostos recolhidos”, reforça.
Fonte: Correio Brasiliense
Data da Publicação: 12/05/2009
Matéria de: Luciano Pires
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UNASLAF
RECOMENDA AOS ASSOCIADOS QUE ENVIEM PARA A OUVIDORIA DO SERVIDOR TODAS
AS SUAS CRÍTICAS, SUGESTÕES E RECLAMAÇÕES
REFERENTES A SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL
A Ouvidoria do Servidor é um canal de comunicação,
que possui como foco o servidor público federal, sua
satisfação e sua relação com as
organizações que integra.
Objetivo: "Manter, no âmbito do Sistema de Pessoal Civil - SIPEC
(Decreto nº 67.326, de 05 de outubro de 1970), um canal de
comunicação permanente, eficiente e legítimo com o
Servidor Público Federal, atuando de forma proativa, para
atender as suas manifestações a respeito da qualidade dos
serviços públicos, como um órgão
representativo do servidor em prol da melhoria dos serviços
prestados ao cidadãos."
Finalidade: fornecer informações e sugestões aos
gestores dos órgãos, para aprimoramento de seus processos
de trabalho.
A iniciativa de criação da Ouvidoria do Servidor, em um
momento de grandes transformações no Serviço
Público Federal, representa um salto de qualidade no atendimento
prestado pelo Governo Federal, na qual a informação
pública, gratuita e acessível é considerada um dos
bens mais importantes oferecidos aos seus servidores e cidadãos
como estímulo ao exercício da atividade pública,
à cidadania e ao aprimoramento do controle da
Administração Pública, para um Estado que se quer
moderno, eficiente e participativo.
Servidor, você que integra um órgão ou entidade da
Administração Pública Federal, envie sua
sugestão, crítica, denúncia, elogio ou
reclamação.
O endereço do Portal é https://www.ouvidoriadoservidor.gov.br.
Data da Publicação: 12/05/2009
Fonte: UNASLAF
De olho na imagem, Câmara implementa mudança no rito de MPs
BRASÍLIA - O presidente
da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), colocou em
prática nesta terça-feira, pela primeira vez, sua
interpretação sobre o rito das medidas provisórias
(MPs), que possibilita o destrancamento da pauta de
votações.
"É importante que a Casa possa votar, porque muitos projetos de
interesse da população aguardam espaço no
plenário. Isso contribui para a melhoria da imagem da Casa",
disse a jornalistas o líder do governo na Câmara, Henrique
Fontana (PT-RS).
De acordo com a avaliação de Temer, que já foi
respaldada por uma decisão liminar do Supremo Tribunal Federal
(STF), as MPs só devem travar a tramitação de
matérias conversíveis em leis ordinárias.
Assim, o plenário da Câmara está livre para votar
--mesmo que haja MPs com prazo de votação vencido na
fila-- propostas de emendas constitucionais (PEC), leis complementares,
decretos legislativos e resoluções sobre o regimento
interno. Tudo que não diga respeito a leis ordinárias.
Com a decisão de Temer de implementar a sua
interpretação, a Câmara passou a votar nesta
terça-feira acordos internacionais e um projeto de lei
complementar que estende ao responsável pela guarda do filho os
direitos assegurados à mãe falecida.
Estavam em pauta para esta noite também um projeto que dá
maior transparência à divulgação dos gastos
públicos, outro que define regras para a atuação
da Defensoria Pública da União e um que regulamenta a
tramitação de acordos internacionais na Câmara.
Enquanto isso, três MPs com prazo vencido, originárias do Executivo, aguardam votação.
(Reportagem de Fernando Exman)
Data Publicação: 05/05/2009
PORTARIA DISPÕE SOBRE ATRIBUIÇÕES DOS EMPREGADOS DO SERPRO CEDIDOS AO MINISTÉRIO DA FAZENDA
Portaria nº. 191, de 28 de abril de 2009
Publicada no Diário Oficial da União em 30 de abril de 2009
O MINISTRO DE ESTADO DA FAZENDA, INTERINO, no uso das
atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo
único, incisos I e II, da Constituição Federal, e
considerando o disposto no art. 323, parágrafo único, da
Lei 11.907, de 02 de fevereiro de 2009, resolve:
Art. 1º Os empregados do Serviço Federal de Processamento
de Dados - SERPRO, cedidos ao Ministério da Fazenda, observadas
as atribuições dos cargos previstos no regulamento e no
contrato de trabalho poderão executar as seguintes atividades
meio:
I. para o cargo de auxiliar:
a)recepção, juntada, conferência, saída,
controle, organização e arquivamento de documentos;
b)protocolo, consulta, vistas, registro em sistemas,
movimentação, formalização, cópia de
documentos e demais atividades de apoio na
operacionalização em processos;
c)apoio administrativo, secretaria e atividades auxiliares, tais como
digitação de documentos, serviços de reprografia e
digitalização, condução de veículos,
manutenção de equipamentos e controle e
distribuição de material de uso comum;
efetuar apontamentos, registros e transcrição de informações ou documentos;
triagem para emissão de senhas de atendimento ao contribuinte;
atendimento básico aos contribuintes, incluindo as consultas em
sistemas informatizados que forem necessários para a
execução desta atividade;
consultas aos sistemas informatizados, inclusive a emissão de
pesquisas de situação cadastral e de cópias de
declarações, para fins de execução de
atividades de atendimento ao contribuinte;
apoio às atividades relativas a área de tecnologia da
informação; atividades relativas à gestão
de pessoas, incluindo acesso a sistemas informatizados da respectiva
área;
apoio na recepção e armazenamento de mercadorias e veículos;
apoio às atividades relativas às áreas de
programação e execução
orçametário-financeira, contabilidade,
licitações e contratos, incluindo acesso a sistemas
informatizados das respectivas áreas; atividades relativas
às áreas de materiais e serviços gerais, incluindo
acesso a sistemas informatizados das respectivas áreas;
II. para o cargo de técnico, além de supervisionar as
atividades previstas no inciso anterior: atividades de planejamento e
controles de processos;
apoiar a execução de atividades de maior complexidade sob orientação;
gestão de tecnologia e informação; e atividades
relativas às áreas de programação e
execução orçamentário- financeira,
contabilidade, licitações e contratos, incluindo acesso a
sistemas informatizados das respectivas áreas;
III. para o cargo de analista, além de supervisionar as atividades previstas nos incisos anteriores:
analisar, recomendar e propor soluções na sua área
de atuação; efetuar estudos, pesquisas, análise,
recomendações e propostas de soluções na
área de tecnologia da informação;
prestar assessoria técnica e suporte; desenvolver e coordenar projetos, elaborar normas e procedimentos;
fornecer treinamento relativo à utilização dos
sistemas de informação e ferramentas de acesso e
manipulação de dados;
acompanhar e avaliar o desempenho dos sistemas implantados, identificando o providenciando as medidas corretivas competentes; e
analisar e executar a gestão de processos organizacionais internos.
Art. 2º Os acessos às informações constantes
em documentos, processos e sistemas estão sujeitos ao disposto
no art. 198 do Código Tributário Nacional.
Art. 3º Os empregados referidos no art. 1º poderão
desempenhar atividades meios na administração
tributária desde que não sejam próprias das
carreiras de Auditoria Tributária da Receita Federal do Brasil e
de Procurador da Fazenda Nacional.
Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
NELSON MACHADO
Data da Publicação: 04/05/2009
Fonte: UNASLAF
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