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_________________Notícias_________________
JANEIRO
DE 2008
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DIÁRIO
OFICIAL DA UNIÃO PUBLICA PORTARIA Nº 23, DO MINISTÉRIO
DA FAZENDA, ALTERANDO O REGIMENTO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL

PORTARIA Nº 23, DE 30 DE JANEIRO DE 2008
Altera
os arts. 167 e 169 do Regimento Interno da Secretaria da Receita
Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 95, de 30
de abril de 2007.
O MINISTRO DE ESTADO DA FAZENDA,
INTERINO, no uso da atribuição que lhe confere o
inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição
Federal, e tendo em vista o disposto no art. 5º do Decreto
nº 6.313, de 19 de dezembro de 2007, resolve:
Art. 1º Os arts. 167 e 169
do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil,
aprovado pela Portaria MF nº 95, de 30 de abril de 2007,
passam a vigorar com as seguintes alterações:
"Art.167
IX - proceder aos ajustes necessários nos cadastros da
RFB." (NR)
"Art. 169. Às Delegacias
Especiais de Instituições Financeiras - Deinf, quanto
aos tributos e contribuições administrados pela
RFB, excetuando-se os relativos ao comércio exterior, compete,
no âmbito da respectiva jurisdição, desenvolver
as atividades de controle e auditoria dos serviços prestados
por agente arrecadador e ainda, em relação aos contribuintes
definidos por ato do Secretário da Receita Federal do Brasil,
desenvolver as atividades de tributação, fiscalização,
arrecadação, cobrança e atendimento ao contribuinte,
as atividades de tecnologia e segurança da informação,
de programação e logística e de gestão
de pessoas e, especificamente:
I - informar sobre a interpretação e aplicação
da legislação tributária;
II - executar as ações de fiscalização
de tributos e contribuições administrados pela RFB,
perícias fiscais e diligências;
III - processar lançamentos de ofício, imposição
de multas e outras penas aplicáveis às infrações
à legislação tributária, e as correspondentes
representações fiscais;
IV - realizar o arrolamento de bens e propor medida cautelar fiscal,
em decorrência de procedimentos fiscais;
V - desenvolver as atividades relativas à cobrança,
recolhimento de créditos tributários, parcelamento
de débitos, retificação e correção
de documentos de arrecadação;
VI - executar as atividades relacionadas à restituição,
compensação, reembolso, ressarcimento, redução
e reconhecimento de imunidade e isenção tributária,
inclusive os relativos a outras entidades e fundos;
VII - proceder à revisão de ofício de lançamentos
e de declarações apresentadas pelo sujeito passivo;
VIII - controlar os valores relativos à constituição,
suspensão, extinção e exclusão de
créditos tributários;
IX - executar as atividades de recepção, verificação,
registro e preparo de declarações para processamento,
nas hipóteses previstas na legislação tributária;
X - proceder aos ajustes necessários nos cadastros da RFB;
e
XI - proceder à inclusão e exclusão de contribuintes
em regimes de tributação diferenciados.
Parágrafo único. À Deinf se aplica o disposto
nos §§ 1º e 2º do art.160 deste Regimento
Interno." (NR)
Art. 2º Esta Portaria entra
em vigor na data da sua publicação, retroagindo
seus efeitos a 2 de janeiro de 2008.
NELSON
MACHADO
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RECEITA
FEDERAL DO BRASIL CONTINUA DESCONSIDERANDO COMPLETAMENTE A IMPORTÂNCIA
E A CAPACIDADE DOS SERVIDORES REDISTRIBUÍDOS. DEVEMOS
LEMBRAR QUE O PRAZO PARA OPÇÃO DE RETORNO AO INSS
CONTINUA ABERTO.

Passados nove meses do início
das atividades da Receita Federal do Brasil a situação
dos servidores redistribuídos permanece absolutamente a
mesma.
Muito
se falou e absolutamente nada de concreto foi feito.
A cada nova reunião escutamos sempre a mesma coisa, que
devemos esperar, esperar e esperar...Enquanto isso continuamos
trabalhando com afinco e determinação, superando
todas as metas e batendo recordes de arrecadação.
A receita previdenciária
somou em dezembro do ano passado R$ 20,586 bilhões, fechando
o ano com a arrecadação total de R$ 153,845 bilhões.
No mês, o crescimento real foi de 11,14% ante dezembro de
2006 e, no ano, a expansão real atingiu 11,43% em relação
ao ano anterior. A receita própria da arrecadação
previdenciária somou R$ 142,931 bilhões e as demais
receitas, R$ 13,944 bilhões, segundo dados da Receita Federal.
Continuamos sendo tratados e vistos
pelos gestores equivocadamente como "Agentes Administrativos",
desconsideram completamente os nossos Cargos de Técnico
e Analista do Seguro Social; as reuniões do ProPessoas
sobre a LOF deixam claro que com relação a política
de pessoal fica a impressão que não existe Receita
Federal do Brasil, e sim apenas Receita Federal.
Por outro lado somos cobrados
mais e mais a cada dia, além de todas as nossas atribuições
ainda somos obrigados a realizarmos atividades exclusivas dos
Auditores Fiscais, como parcelamentos, por exemplo.
Com o retorno ao INSS dos colegas
liberados em 31 de dezembro de 2007 o que já era caótico
ficou ainda pior.
Como o número de servidores
e insuficiente o volume de trabalho cresce a cada dia; infelizmente
muitos servidores encantados com o poder das diárias se
sujeitam a viajar pelo país desempenhando todo tipo de
atividade atinente a Receita Federal do Brasil, mesmo sendo tratados
como "Agentes Administrativos" e desconsiderados completamente;
apenas nas celebrações e comemorações
de fim de ano são lembrados como componentes da força
de trabalho da Receita Federal do Brasil.
Como é possível
aceitar que até o presente momento os contracheques continuem
sendo emitidos como fossemos servidores do INSS, o que é
então a redistribuição?
Como é possível
aceitar que os servidores redistribuídos que já
migraram para a folha da Receita Federal do Brasil sejam tratados
em seus contracheques como "Agentes Administrativos",
quando é sabido por todos que essa nomenclatura inexiste
na Carreira do Seguro Social desde 11 de julho de 2007; assim
determina a Lei 11501.
Não
aguardaremos a vida toda pela vontade política de alguns,
continuarmos nos empenhando ao máximo junto ao Poder Legislativo
e Executivo, recorrendo de todas as formas ao Poder Judiciário
Judiciário pois o que exigimos é tão somente
o cumprimento da Lei.
A UNASLAF jamais se calará
frente ao descaso, nossos representados merecem respeito, consideração
e principalmente a valorização da importância
de nosso trabalho para a Receita Federal do Brasil.
Depois de nove meses não
precisamos provar mais nada para ninguém, os números
da arrecadação falam por si e comprovam o que os
gestores sempre souberam, somos responsáveis, qualificados
e absolutamente eficientes, resta apenas sermos valorizados e
reconhecidos por isso.
Aos que ainda possam ter qualquer dúvida sobre o nosso
trabalho, convidamos à visitarem os servidores responsáveis
pela arrecadação previdenciária nas agências
da Receita Federal do Brasil.
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UNASLAF
RECEBE ORIENTAÇÕES DA COGEP SOBRE A SITUAÇÃO
DOS SERVIDORES INCLUÍDOS INDEVIDAMENTE NA LISTAGEM DE SERVIDORES
QUE RETORNARAM AO INSS
A
UNASLAF entrou em contado com o Coordenador-Geral de Gestão
de Pessoas da Secretaria da Receita Federal do Brasil solicitando
orientações sobre os procedimentos que devem ser
tomados pelos servidores no caso da inclusão equivocada
de seus nomes na listagem de retorno ao INSS.
O Dr. Moacir das Dores em conversa com a presidente Simone Melo
recomendou aos servidores que se encontram nessa situação
para que conversem diretamente com os delegados onde estão
subordinados para que a situação seja revertida,
tornando-se sem efeito, portanto, o retorno ao INSS.
É importante que fique claro que essa situação
é excepcional, e que só será possível
a reversão nos casos onde efetivamente houve falha ou equívoco
na inclusão do servidor.
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MINUTA
DO PROJETO DE LEI ORGÂNICA DO FISCO FEDERAL NÃO
CONTEMPLA OS INTERESSES DOS SERVIDORES REDISTRIBUIDOS. UNASLAF
CONTESTA.

A UNASLAF
participou na tarde de ontem da reunião do ProPessoas (Programa
Integral de Gestão de Pessoas da Receita Federal do Brasil),
o objetivo do encontro foi disponibilizar as entidades de classe
a minuta do projeto de Lei Orgânica do Fisco Federal (LOF).
Agora
as entidades estudarão essa minuta para que possam apresentar
as suas críticas e sugestões, depois disso o documento
será então encaminhado para apreciação
da administração.
O ProPessoas
tem até o dia 8 de março para encaminhar uma proposta
para a apreciação da RFB, com isso foi estabelecido
que o prazo limite para o encaminhamento das sugestões
das entidades se encerrará no dia 15 de fevereiro.
Ficou
claro até o momento que não existe harmonia entre
os diversos Cargos que integram a força de trabalho da
Secretaria da Receita Federal do Brasil.
Estamos
trabalhando na RFB com afinco e dedicação há
8 meses mas parece que somos "invisíveis", já
estamos cansados de escutarmos da administração
e também do ProPessoas que "sabemos que nesse momento
nem todos os problemas da RFB serão resolvidos", porém
resolvem os problemas de todos, menos os nossos, que sempre estão
na exceção.
Foi
assim na Lei 11457, foi assim na Lei 11501 e está sendo
assim na discussão da LOF.
Também
temos que registrar a forma com isso ocorre, porque será
que a proposta da UNASLAF não faz parte da minuta consolidada?
Porque
será que não contestam as fundamentações
técnicas e jurídicas apresentadas pela UNASLAF,
apenas não acatam nossos pedidos e contribuições.
É
óbvio que não existe absolutamente nenhuma vontade
política de resolver essa situação, como
se fosse dado a administração o poder discricionário
de cumprir ou não a lei.
A presidente
Simone Melo pediu a palavra durante a reunião do ProPessoas
e demonstrou a nossa insatisfação com relação
a forma com que estamos sendo desconsiderados nesse processo.
O interessante
é que o ProPessoas parece desconsiderar o nosso trabalho
e as nossas atribuições reais, seria interessante
que visitassem as agências da RFB para verificarem qual
é, de fato, a nossa contribuição para a missão
da Receita Federal do Brasil. Certamente essa visita colocaria
um ponto final nas dúvidas referentes a nossa importância,
capacidade e competência.
Continuaremos
trabalhando com todas as nossas forças, sempre em defesa
e pela valorização dos nossos representados; pedimos
tão somente o cumprimento da Lei.
A UNASLAF
foi representada na reunião do ProPessoas pela presidente
Simone Melo e pelas vice-presidentes Waldete Rolim e Gleymilda
Terra.
Leia
aqui a íntegra da proposta apresentada pela UNASLAF e não
contemplada ou considerada pelo ProPesosas.
Acesse aqui a íntegra do anteprojeto de LOF, versão
de 25 de janeiro de 2008
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PROPESSOAS
REALIZA NOVA REUNIÃO COM AS ENTIDADES DE CLASSE EM BRASILIA
NA SEGUNDA-FEIRA, DIA 28 DE JANEIRO. A UNASLAF ESTARÁ
PRESENTE.

Na
segunda-feira dia 28 de janeiro o Propessoas realizará
uma nova reunião onde será apresentada uma proposta
consolidada à partir das sugestões apresentadas
pelas entidades de classe que representam os servidores da Secretaria
da Receita Federal do Brasil, no que diz respeito a minuta de
proposta da Lei Orgânica do Fisco Federal.
É certo que o resultado final do trabalho da Secretaria
da Receita Federal do Brasil é a soma dos esforços
e da colaboração de todos os servidores, os Auditores
Fiscais da Receita Federal do Brasil possuem a prerrogativa exclusiva
sobre algumas atividades da RFB, entretanto até mesmo essa
exclusividade é exercida com a colaboração
dos mais diversos servidores do órgão.
É bom que fique claro que a UNASLAF almeja tão somente
o cumprimento da Lei, e que o enquadramento dos nossos representados
no Cargo de Analista Tributário é unicamente resultado,
efeito e consequência da necessidade de se cumprir o que
está previsto em Lei.
A UNASLAF trabalha em defesa dos nossos representados sempre amparada
na legalidade e por conseguinte não podemos abrir mão
de assegurarmos o cumprimento de um direito aprovado pelo Congresso
Nacioanl, sancionado pelo Presidente da República e inserido
no ordenamento jurídico de nosso país.
A UNASLAF será representada nessa reunião pela presidente
Simone Melo.
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PEDIMOS
AOS ASSOCIADOS E A TODOS SERVIDORES REDISTRIBUÍDOS PARA
A RECEITA FEDERAL DO BRASIL PARA QUE LEIAM ESSA MATÉRIA
COM MUITA ATENÇÃO.

Devido
a importância do tema, a UNASLAF volta a divulgar informações
referentes a situação dos servidores redistribuídos
para a Receita Federal do Brasil, principalmente no que diz respeito
a vigência da liminar que suspendeu o prazo para apresentação
do Termo de Opção para retorno ao INSS.
No
dia 18 de dezembro publicamos aqui em nosso site uma matéria
intitulada " COGEP DIVULGA A RELAÇÃO NOMINAL
COM A PROGRAMAÇÃO DE RETORNO DOS SERVIDORES AO INSS
ATÉ O DIA 31 DE DEZEMBRO DE 2007".
Nessa
matéria nós pedíamos aos servidores a máxima
atenção na observações dessas planilhas,
e recomendávamos que caso o nome do servidor estivesse
presente na PLANILHA II e se o mesmo não quisesse retornar
no dia 31 de dezembro para o INSS seria necessário e recomendável
que ele protocolasse imediatamente um pedido de arquivamento do
processo originado com a apresentação do Termo de
Opção.
Muitos
servidores não se atentaram para isso, e acabaram surpreendidos
agora em janeiro ao saberem que tinham sido "devolvidos"
ao INSS.
Infelizmente
vários RH`s do INSS em todo o país simplesmente
se acharam no direito de descumprir a decisão judicial
que suspendeu o prazo de opção, muitos chegaram
a afirmar aos servidores que o prazo para apresentação
do Termo de Opção havia se encerrado no dia 29 de
outubro e que nada mais poderia ser feito. Informados pelos servidores
sobre a existência da liminar suspendendo o prazo chegaram
a afirmar que "não tinham conhecimento da mesma e
que para eles o prazo tinha se esgotado e pronto". Quanta
ignorância, essas pessoas nao tem o poder discricionário
para fazerem nada diferente do que determina a lei, como também
não podem descumprir ou questionar uma decisão judicial.
É certo poderão responder judicialmente por essas
arbitrariedades.
É
importante lembrarmos que o prazo para apresentação
do Termo de Opção continua suspenso em razão
da decisão liminar concedida em favor da UNASLAF nos autos
do processo 2007.34.00.038322-6 pelo Juiz Titular da 16ª
Vara da Seção Judiciária da Justiça
Federal do Distrito Federal, Dr. Francisco Neves da Cunha.
A
opção é uma decisão unilateral do
servidor, não cabendo aos gestores impor qualquer óbice
ao exercício desse direito; também é importante
frisar que essa opção não é irretratável
nem irreversível, razão pela qual o servidor pode
exercer o seu direito solicitando o arquivamento do processo.
Como
o prazo segue suspenso o servidor poderá exercer o seu
direito de opção pelo retorno ao INSS tão
logo tenha segurança para tomar essa decisão.
Não
podemos nos esquecer que até o presente momento a Secretaria
da Receita Federal do Brasil não apresentou nenhuma proposta
concreta para que os servidores tenham a mínima condição
de optarem em permanecer na RFB ou retornarem ao INSS, não
nos parece nem um pouco sensato ou razoável que os gestores
obriguem os servidores a tomarem uma decisão tão
importante para as suas vidas sem qualquer elemento ou condição
para isso.
Quando
a ressalva sugerida pela UNASLAF nos Termos de Opção
também existiram as mais diversas interpretações.
Em
muitas localidades os processos cujos Termos contavam a ressalva
nem sequer seguiram adiante, e ficaram automaticamente sobrestados.
Por
outro lado, na maioria das unidades a ressalva não foi
considerada, até porque ela tinha o principal objetivo
de demonstrar que o servidor só estava apresentado o Termo
de Opção por, na verdade, não ter qualquer
opção. É triste e complexo, mas é
a pura verdade, a apresentação do Termo de Opção
seria uma garantia de que os servidores não ficariam na
RFB a qualquer custo e sem nenhum direito; entretanto, ao conseguirmos
a liminar suspendendo esse prazo o cenário passou a ser
outro.
Como
as ressalvas não foram consideradas por alguns, sugerimos
então que os servidores pedissem oficialmente o sobrestamento
do processo, ou seja, que eles ficassem parados enquanto perdurasse
a vigência da liminar que suspendeu o prazo.
Por
mais incrível que possa parecer mais uma vez muitos RH`s
também não aceitaram o pedido de sobrestamento,
então não restava outra alternativa a não
ser solicitar o arquivamento do processo decorrente da apresentação
do Termo de Opção.
Por
má vontade, incompetência ou até mesmo pouco
caso, muitos pedidos de arquivamento sequer foram efetivados,
o que acabou resultando na inclusão indevida de alguns
servidores na listagem que culminou com o retorno dos servidores
ao INSS no dia 31 de dezembro.
Também
é muito importante lembrarmos que a liminar só foi
concedida às 17h30 do dia 29 de outubro, último
dia para apresentação do Termo de Opção.
É
absolutamente necessário que fique claro a todos que os
servidores que efetivamente retornarem ao INSS estarão
abrindo mão do direito à redistribuição,
uma vez que assinaram o Termo de Opção consequentemente
optando por permanecerem no INSS; com isso perdem o direito de
continuar pleiteando judicialmente a efetiva redistribuição
para um Cargo e Carreira na Receita Federal do Brasil.
O
prazo para opção continua suspenso por ordem judicial,
e uma decisão judicial não se contesta, se cumpre!
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OAB
RECORRE AO STF PARA DERRUBAR DECRETO QUE QUEBRA SIGILO BANCÁRIO

A
OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) protocolou nesta sexta-feira
no STF (Supremo Tribunal Federal) uma Adin (Ação
Direta de Inconstitucionalidade) contra
o repasse dos dados bancários dos contribuintes à
Receita Federal. O novo instrumento de fiscalização
foi adotado pela Receita Federal após a extinção
da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação
Financeira).
Na
ação, a OAB pede a inconstitucionalidade do artigo
5º da lei que originou o decreto editado pelo governo para
manter a fiscalização e flagrar eventuais sonegadores.
A OAB avalia que, se for derrubado o artigo, o decreto também
será anulado.
Os
bancos passaram a ser obrigados a repassar à Receita os
dados de todas as pessoas físicas que movimentam mais de
R$ 5.000 por semestre em conta corrente ou poupança. As
empresas que movimentarem mais de R$ 10 mil a cada seis meses
também estão na mira da Receita.
Segundo
o presidente da OAB, Cezar Britto, a quebra de sigilo --bancário,
fiscal ou telefônico-- depende de decisão judicial.
Além disso, acrescentou, o repasse de informações
sobre as operações financeiras "atinge a intimidade
e a vida privada" dos contribuintes.
"Ninguém
se sente bem na condição de investigado, sem motivação
e por tempo indeterminado", disse o advogado Rocha Barros
Júnior, que protocolou a ação no STF.
O
advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli,
defendeu a medida adotada pelo governo para fiscalizar os contribuintes.
Segundo ele, trata-se de "transferência" e não
quebra de sigilo bancário.
A
AGU está preparando um parecer para regulamentar a troca
de informações sigilosas entre órgãos
do governo, como Banco Central, Controladoria Geral da União,
Tribunal de Contas da União e Receita Federal.
Fonte: Folha Online
LÍSIA GUSMÃO
Colaboração para a Folha Online, em Brasília
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SERVIÇO
PÚBLICO: NEGOCIAÇÃO COM O GOVERNO REABERTA

Em
uma reunião esvaziada, governo e representantes sindicais
discutiram ontem o futuro dos reajustes dos servidores públicos
em 2008. Com planilhas de gastos em mãos, técnicos
do Ministério do Planejamento informaram aos representantes
dos trabalhadores que, enquanto os cortes orçamentários
não forem anunciados, será impossível definir
quando e como as promessas feitas no ano passado serão
cumpridas. O recado foi entendido parcialmente pelos sindicatos,
que, apesar dos sinais contrários, deixaram o encontro
otimistas.
Pela primeira vez desde o fim da cobrança da Contribuição
Provisória sobre Movimentação Financeira
(CPMF), governo e servidores ficaram frente a frente. Os sindicalistas
ouviram que sem os R$ 40 bilhões de arrecadação
garantidos pelo imposto do cheque a folga para honrar os acordos
firmados com o funcionalismo em 2007 acabou. Por essa razão,
o governo reavalia o cronograma de aumentos salariais acertado
até dezembro último.
A
Confederação dos Trabalhadores no Serviço
Público Federal (Condsef), entidade que tem em sua base
cerca de 700 mil servidores, comemorou o fato de o governo ter
se comprometido a dar continuidade às negociações.
Não houve garantias, no entanto, de que tudo o que ficou
acordado será implementado integralmente. A Condsef fará
assembléias em fevereiro, quando os servidores decidirão
por entrar ou não em greve geral.
O
reajuste do funcionalismo mereceu comentários até
do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a primeira
reunião ministerial do ano, realizada ontem. A seus principais
auxiliares, Lula chamou a atenção para o equilíbrio
das contas públicas, mas sinalizou que os ministros não
devem perder de vista o entendimento feito com as categorias.
“Não estamos acabando com o diálogo nem com
a negociação. Não vamos desrespeitar os acordos,
mas não podemos desconhecer que o fim da CPMF trouxe um
fato novo. Todos têm de saber que ministro não é
líder sindical”, afirmou o presidente.
Já
o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, ressaltou que os reajustes
serão decididos a partir da nova configuração
orçamentária. Bernardo, que vem assumindo uma postura
de cautela toda vez que trata do assunto, apelou para a compreensão
dos colegas. “Não temos como implementar aumento
de despesa de pessoal, que é uma despesa permanente, sem
restaurar o equilíbrio do Orçamento”, explicou.
Paralisação
é ilegal
Atendendo
a um pedido de liminar da Procuradoria Regional da União
(PRU), a Justiça Federal considerou ilegal a greve dos
advogados públicos. A juíza em exercício
da 16ª Vara Federal do Distrito Federal, Iolete Maria de
Oliveira, ressaltou que o interesse público deve ser preservado
e que não pode haver dano a serviços essenciais.
A juíza advertiu para a “possibilidade de danos de
difícil reparação, potencialmente causados
pela perda dos prazos judiciais e a conseqüente devolução
de processos às respectivas chefias”.
O
Fórum Nacional da Advocacia Pública Federal, que
congrega as entidades que representam advogados da União,
procuradores federais e defensores públicos, recorrerá
da decisão. As lideranças informaram que a paralisação
continuará por tempo indeterminado até que o governo
cumpra o acordo de reajuste salarial assinado no ano passado.
As categorias reivindicam aumento entre 20% e 30% até 2009.
A greve teve início na última quinta-feira, dia
17, e já compromete o andamento de processos envolvendo
a União.
Fonte:
Correio Braziliense
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| EM
2007 RFB ARRECADA R$ 602 BI E BATE RECORDE
A
arrecadação de impostos e contribuições
federais em dezembro somou R$ 65,632 bilhões e fechou o
ano de 2007 com um total de R$ 602,793 bilhões. Ambos resultados
são recorde. O resultado de dezembro foi 11,59% superior
ao verificado em dezembro de 2006. O resultado ano passado mostrou
um crescimento real de 11,09% superior ao registrado em 2006.
Em termos nominais, o crescimento da arrecadação
no ano passado foi de 15,18%. Em valores, o crescimento nominal
da arrecadação foi de R$ 79,435 bilhões.
Em termos reais, o crescimento da arrecadação foi
de R$ 61,375 bilhões.
A
receita administrada pela Receita Federal do Brasil fechou o ano
passado em R$ 585,127 bilhões, um crescimento
real de 12,19% em relação a 2006 e uma alta nominal
de 16,33% na mesma relação. As demais receitas totalizaram
no ano passado R$ 17,665 bilhões, com queda real de 16,28%
ante 2006 e declínio nominal 13,27% na mesma comparação.
Em dezembro do ano passado, as receitas administradas somaram
R$ 64,638 bilhões, com acréscimo real de 11,75%
ante dezembro de 2006 e aumento nominal de 16,73%. As demais receitas
em dezembro somaram R$ 994 milhões, com elevação
real de 1,70% e nominal de 6,23%.
A
Receita atribui o crescimento recorde da sua arrecadação
total de impostos e contribuições em 2007 à
expansão econômica, ao combate à sonegação
e à recuperação de débitos. Além
disso, a Receita destaca a fiscalização sobre o
contrabando, o descaminho, a pirataria e a inadimplência.
De
acordo com a Receita, o crescimento da arrecadação
também é atribuído ao aumento da governança
corporativa das empresas com o objetivo de abertura de capital
e por causa do ganho líquido das operações
em bolsa de valores. Em multas, juros e depósitos judiciais
e administrativos, a arrecadação de 2007 somou R$
22,898 bilhões, ante R$ 16,774 bilhões em 2006 –
um crescimento de 36,51%.
Previdência
A
receita previdenciária somou em dezembro do ano passado
R$ 20,586 bilhões, fechando o ano com a
arrecadação total de R$ 153,845 bilhões.
No mês, o crescimento real foi de 11,14% ante dezembro de
2006 e, no ano, a expansão real atingiu 11,43% em relação
ao ano anterior. A receita própria da arrecadação
previdenciária somou R$ 142,931 bilhões e as demais
receitas, R$ 13,944 bilhões, segundo dados da Receita Federal.
Embora
tenha evitado fazer projeções para a arrecadação
de 2008, o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid,
avalia que a receita neste ano crescerá, mesmo sem a Contribuição
Provisória sobre Movimentação Financeira
(CPMF). “Esperamos que o crescimento econômico
se mantenha. Por isso, deve haver um crescimento da arrecadação,
mas em menor volume, por conta (do fim) da CPMF”, disse
Rachid.
O
secretário também não fez prognósticos
sobre a carga tributária (arrecadação em
proporção do PIB), mas ressaltou que a receita vem
subindo pela atividade econômica, mesmo com desonerações
tributárias.
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| GARIBALDI
QUER DEFINIR COM LÍDERES AGENDA PARA 2008
O
presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho, disse nesta quinta-feira
(17) que pretende reunir-se com todos os líderes na última
semana de janeiro com o objetivo de discutir uma agenda de votações
da Casa. Entre as prioridades dessa discussão, destacou
Garibaldi, estão os vetos da Presidência da República
a projetos de lei.
Há
cerca de 800 dispositivos de projetos de lei vetados e que não
conseguem ser analisados pelo Congresso Nacional, segundo informou
Garibaldi. O presidente do Senado disse que pretende apresentar
essa situação aos líderes e ouvir deles sugestões
para "desencalhar os vetos acumulados".
Projetos
de lei que visam modificar a tramitação de medidas
provisórias também estão entre as prioridades
defendidas por Garibaldi para integrar a agenda e para as quais
esperar contar com o apoio dos líderes.
- Vamos discutir, vamos ouvir os líderes e vamos também
apresentar as nossas idéias para que haja uma verdadeira
troca de idéias e o Senado possa ter uma agenda verdadeiramente
positiva, porque eu sei que essa é a aspiração,
não apenas dos lideres, mas de todos os senadores - afirmou
o presidente.
(Agenda Senado)
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| PROJETO
DISCIPLINA CONCESSÃO DE BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS
A
Câmara analisa o Projeto de Lei 1291/07, do senador Aloizio
Mercadante (PT-SP), que disciplina a concessão
de benefícios previdenciários e o ingresso do trabalhador
autônomo no sistema de Previdência, com o
objetivo de combater fraudes e irregularidades.
O
projeto determina que cada empresa deverá enviar à
Previdência, até o dia da contratação,
o nome completo do trabalhador que pretende contratar. A empresa
também deverá enviar uma das seguintes informações
sobre ele: o número da Carteira de Trabalho; o número
da identidade e o respectivo órgão emissor; o número
do CPF; a data de nascimento; ou o nome da mãe.
Caso
ocorra acidente de qualquer natureza com empregado cuja contratação
não tenha sido informada à Previdência, a
empresa ficará sujeita a multa de até 12 vezes a
remuneração mensal do empregado, no primeiro ano
de vigência dessa regra; de até 24 vezes, no segundo
ano; de até 36 vezes, no terceiro ano; e de até
48 vezes, a partir do quarto ano.
Não
haverá essa multa no caso de o acidente ocorrer em data
posterior à da efetiva entrega, pela empresa, da Guia de
Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência
Social. A informação deverá ser enviada por
meio eletrônico para o Ministério da Previdência.
O
projeto determina ainda que a renda mensal do auxílio-doença
não poderá ser maior do que a média dos 24
últimos salários de contribuição ou
do que último salário de contribuição
considerado (o que for maior). E não terá direito
a pensão o beneficiário condenado por crime doloso
que tenha resultado na morte do segurado.
Mortes
O projeto determina que a falta de comunicação na
época própria ou o envio de informações
inexatas sobre os óbitos do mês para o Instituto
Nacional de Seguridade Social (INSS) sujeitará o dono de
cartório de registro civil de pessoas naturais a multa,
com valor estipulado conforme a gravidade da infração.
Além disso, o dono de cartório também será
responsável, juntamente com o beneficiário, pelo
ressarcimento dos benefícios pagos indevidamente em razão
da falta ou inexatidão de comunicação do
óbito do segurado ao Regime Geral de Previdência
Social (RGPS).
Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Seguridade
Social e Família; e de Constituição e Justiça
e de Cidadania antes de seguir para o Plenário.
Íntegra
da proposta:
- PL-1291/2007
(Agência Câmara)
|
| A
VONTADE DO SERVIDOR DEVE SER RESPEITADA A QUALQUER CUSTO, ISSO
É O QUE PREVÊ A LEI. SÓ DEVEM RETORNAR AO
INSS OS SERVIDORES QUE ASSIM DECIDIREM.

Em algumas localidades a vontade dos servidores não estão
sendo respeitadas.
Sem
absolutamente nenhum motivo ou respaldo legal alguns recursos
humanos simplesmente desconsideraram os pedidos de arquivamento
no processos de opção pelo retorno ao INSS, com
isso alguns servidores foram incluídos nas listas para
retornarem ao INSS contra a vontade.
É
importante frisar que o prazo para apresentação
do Termo de Opção pelo retorno continua
aberto, em atenção à liminar deferida
no processo 2007.34.00.038322-6 impetrado pela UNASLAF.
Tanto
o INSS como a Receita Federal do Brasil devem respeitar essa decisão
judicial, não cabendo qualquer interpretação
equivocada sobre essa decisão proferida no dia 29 de outubro
de 2007.
A
UNASLAF recomenda aos servidores que estejam sendo prejudicados
para que entrem em contato com os RH`s levando e apresentando
(protocolizando) as cópias dos pedidos de arquivamento
e sobrestamento dos processos, pedindo assim que permaneçam
na RFB; até porque o prazo para apresentação
do Termo de Opção continua aberto.
Caso
esses pedidos não sejam acatados administrativamente a
UNASLAF recorrerá ao judiciário para fazer valer
o direito dos servidores.
Ninguém
poderá exigir que ao servidor que abra mão do seu
direito, ou que faça qualquer coisa contra a sua vontade,
a lei vale para todos e as decisões judiciais devem ser
cumpridas.
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PROPESSOAS
REALIZA NOVA REUNIÃO COM AS ENTIDADES DE CLASSE EM BRASILIA

Hoje
será realizada reunião do Propessoas para o envio
da "Proposta Sindical", por parte das entidades de classe
que representam os servidores da Receita Federal do Brasil.
No próximo dia 28 de janeiro o Propessoas realizará
uma nova reunião onde apresentarão a proposta consolidada,
à partir das sugestões apresentadas pelas entidades.
A UNASLAF será representada nessa reunião pela vice-presidente
Gleymilda Terra e Silva.
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ASLAF-GO
PARTICIPA DE REUNIÃO COM DEPUTADO PEDRO WILSON (PT-GO)

A
presidente da ASLAF-GO, Gleymilda Terra e Silva acompanhada pelo
vice-presidente Samuel e Souza Paraense e pelo servidor Claudinor
Romagnoli Júnios estiveram reunidos na última quinta-feira
com o Deputado Federal Pedro Wilson (GO) na cidade de Goiânia-GO.
O parlamentar goiano informou que redigirá um documento
que será encaminhado para os Ministérios do Planejamento,
da Fazenda, Casa Civil da Presidência da República
bem como para a Receita Federal do Brasil.
O objetivo desse documento é solicitar um posicionamento
dos representantes do governo sobre a situação dos
servidores redistribuídos para a Receita Federal do Brasil
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MOVIMENTO
INTITULADO COORDENAÇÃO DA AUDITORIA CIDADÃ
DA DÍVIDA DIVULGA NOTA DE SOLIDARIEDADE AOS SERVIDORES
PÚBLICOS

Nota
de Solidariedade aos Servidores Públicos
Dívida
Pública: mais sacrifício para os servidores
Em
2007, mais uma vez o governo priorizou os gastos com juros e amortizações
da dívida, em detrimento dos gastos sociais e com os servidores
públicos. De janeiro até 2 de dezembro, enquanto
gastou R$ 222 bilhões com juros e amortizações
das dívidas interna e externa, o governo federal gastou
apenas R$ 112 bilhões com os servidores públicos.
Ou seja: todos os gastos com pessoal representaram apenas a metade
do que é destinado aos credores financeiros do Estado brasileiro.
Além
disso, com o fim da CPMF, o governo assegurou, em diversas entrevistas
públicas, que será mantida a meta do superávit
primário e, em contrapartida, rompeu o acordo de reajuste
salarial já negociado com diversas categorias de servidores.
Dessa forma, o governo evidenciou a prioridade da destinação
orçamentária: o grande capital financeiro, que não
perderá um centavo em 2008, mesmo com o fim da CPMF. Para
2008, estão previstos R$ 248 bilhões para o pagamento
dos juros e amortizações da dívida federal,
enquanto apenas serão destinados R$ 48 bilhões para
a saúde, R$ 26 bilhões para a educação
e R$ 5 bilhões para Reforma Agrária. Os R$ 248 bilhões
previstos para a dívida em 2008 representam mais de 6 vezes
a arrecadação prevista da CPMF. Porém, o
governo prefere cortar os gastos com servidores a cortar os gastos
com a dívida.
Ao
mesmo tempo em que controla a conta-gotas os gastos com os servidores,
não há controle sobre os custos da atual política
monetária e cambial exercida pelo Banco Central, que anualmente
vem acumulando prejuízos crescentes, enquanto o setor financeiro
privado contabiliza, no Brasil, os maiores lucros da história
mundial. Apenas de janeiro a outubro de 2007, o prejuízo
do Banco Central, decorrente dessa política econômica
que privilegia os investidores privados, foi de R$ 58,5 bilhões,
ou seja, o dobro da arrecadação da CPMF no mesmo
período. E quem cobre este prejuízo? O Tesouro Nacional,
o mesmo que paga os salários dos servidores públicos.
Apresentamos
nossa solidariedade às categorias de servidores que se
encontram mobilizadas para defender seus justos salários
e convidamos todas as entidades representantes dos servidores
públicos a se juntarem à Campanha Auditoria Cidadã
da Dívida, inserida na Rede Jubileu Sul Brasil, fortalecendo
a luta pela disputa de recursos orçamentários em
favor dos interesses do Estado brasileiro, seus servidores e da
sociedade. Do outro lado estão os interesses predatórios
de rentistas e especuladores.
Coordenação
da Auditoria Cidadã da Dívida
www.divida-auditoriacidada.org.br
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MINISTRO
DO PLANEJAMENTO AFIRMA QUE NOVOS CONCURSOS SÓ SERÃO
REALIZADOS APÓS O REEQUILÍBRIO DAS CONTAS DO GOVERNO

O ministro
do Planejamento, Paulo Bernando, disse nesta quinta-feira que
as convocações de novos concursos serão
analisadas caso a caso. Segundo ele, os concursos públicos
que já foram autorizados pelo ministério serão
mantidos, mesmo com as readequações orçamentárias
decorrentes da perda de R$ 40 bilhões de receita com
o fim da CPMF. "Os concursos autorizados estão
mantidos. Os novos não serão publicados enquanto
não reequilibrarmos o Orçamento", disse.
O ministro
garantiu ainda que o reajuste do salário mínimo
e o Bolsa Família não sofrerão alteração
em 2008. "Fizemos um acordo com as centrais sindicais que
prevê que até 2010 daremos reajuste igual à
inflação todo ano mais o crescimento do PIB de
dois anos anteriores. Essa é a regra que ficou combinada.
Não temos nenhuma orientação de mudar isso.
É uma política de valorização do
poder aquisitivo do salário mínimo", disse.
Em relação
ao Bolsa Família, Bernardo garantiu que o aumento do
benefício e a inclusão de menores de 17 anos será
realizada, como foi anunciado no ano passado. "A nossa
intenção é fazer cumprir essas mudanças
e inclusões", disse.
(Fonte:
Redação Terra)
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| INSS
PUBLICA EDITAL PARA CONCURSO PÚBLICO, SÃO OFERECIDAS
1400 VAGAS PARA TÉCNICO DO SEGURO SOCIAL E 600 VAGAS PARA
ANALISTA DO SEGURO SOCIAL. AS PROVAS SERÃO REALIZADAS EM
MARÇO.

O
Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) publicou nesta sexta-feira
(28), no Diário Oficial da União, edital do concurso
público para o preenchimento de 1,4 mil vagas para técnico
do seguro social, de nível médio, e 600 para analista
do seguro social, de nível superior. As inscrições
começam no dia 10 de janeiro e vão até o
dia 12 de fevereiro. O valor é de R$ 47,00 (nível
médio) e R$ 56,00 (nível superior). As provas serão
realizadas em março.
As
contratações serão feitas ao longo do primeiro
semestre de 2008 e os servidores designados para os locais com
maior demanda de atendimento e maior carência de pessoal.
A organização do concurso ficará a cargo
do Centro de Seleção e Promoção de
Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB), cuja página
na internet é www.cespe.unb.br.
O
ministro da Previdência Social, Luiz Marinho, destacou a
eficiência do INSS de organizar o concurso em tempo recorde,
já que o Ministério do Planejamento, Orçamento
e Gestão autorizou a abertura das vagas no início
de novembro. Segundo Marinho, a contratação de servidores
tem como objetivo melhorar o atendimento dos segurados. A previsão
é a de suprir a carência de servidores até
2010 com a contratação de mais oito mil servidores
de nível médio e superior.
O
analista previdenciário tem salário inicial de R$
2.243,78, incluída a gratificação de desempenho,
e é encarregado da análise e concessão de
pedidos de benefícios. Já o técnico previdenciário,
com remuneração de R$ 1.989,87, incluída
a gratificação, é responsável pelo
atendimento aos segurados e também tem funções
administrativas.
Os
novos servidores irão substituir servidores que faleceram,
se aposentaram ou mudaram de carreira. Somente este ano, 7.696
servidores do INSS passarão a ter direito de se aposentar.
Até 2010 serão outros 2.438. Ao mesmo tempo, o INSS
vem abrindo novas unidades de atendimento porque a demanda de
segurados tem crescido.
A
contratação de pessoal é parte das medidas
que estão sendo implementadas pelo ministro da Previdência
Social, Luiz Marinho, e o presidente do INSS, Marco Antonio de
Oliveira, para melhorar o atendimento aos segurados. A previsão
é a de que até 2010 sejam contratados oito mil servidores
de diversas áreas para suprir vagas abertas com a aposentadoria
e saída de servidores.
Entre
as medidas estão: o Plano de Ações Prioritárias,
criado para eliminar processos represados; a redução
do tempo de espera entre o agendamento e a realização
da perícia médica de sete – média no
Brasil – para cinco dias; a construção de
mais de Agências da Previdência Social especializadas
em benefícios por incapacidade; a realização
de obras para melhorar o espaço físico e colocação
de equipamentos de segurança nas unidades. O objetivo é
fazer com que os segurados tenham um atendimento digno e os servidores
um ambiente de trabalho decente e seguro.
(Fonte: ACS/MPS: (61) 3317-5009/5113 www.previdencia.gov.br)
Mais
informações http://www.cespe.unb.br/concursos/inss2007/
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