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_________________Notícias_________________ No dia 24 de abril as vice-presidentes da UNASLAF Waldete Rolim e Gleymilda Terra estiveram reunidas na COGEP com o Coordenador-Geral de Gestão de Pessoas, Willian Darwin Junior, Chefe da Divisão de Relações Institucionais, Ataide Silva Passos Filho. A reunião foi convocada pela COGEP e teve como pauta tratar sobre o estudo de lotação ideal na RFB e posteriormente sobre mobilidade dos servidores, que está sendo realizado por um grupo nomeado pela secretaria, titulado de G-10. O estudo está sendo feito a partir da necessidade e da missão da RFB. E dentro deste estudo está incluído a definição das atribuições de todos os servidores que hoje fazem parte do corpo funcional da RFB. As dirigentes da UNASLAF questionaram sobre como seria possível definir atribuições para servidores que trabalham em desacordo com o art. 37 da constituição, afirmaram ainda que se o objetivo da RFB é tentar novamente enquadrar os técnicos e analistas redistribuídos como se fossem servidores de apoio, isso não será aceito e inexiste qualquer possibilidade de aceitação de rebaixamento ou retirada de nossas atribuições. Sobre a pressão que os colegas tem recebido de alguns delegados para ensinar o serviço, o Coordenador-Geral de Gestão de Pessoas solicitou às dirigentes da UNASLAF para que fizessem um relatório dessa situação e de outras que por ventura estejam ocorrendo e enviem através de mensagem eletrônica para que ele possa tomar as devidas providências. No final da reunião a UNASLAF apresentou ao Coordenador Darwin Junior alguns questionamentos pontuais, abaixo relacionados; novamente ele solicitou que essa pauta fosse encaminhada através de e-mail para que pudesse nos responder formalmente. Questionamentos: 1. Pagamento da GDASS julho e agosto; 2. Pagamento do desconto feito em janeiro sobre 1/3 de férias e gratificação natalina; 3. Avaliação de desempenho, tendo em vista a IN 38, de 23/04/09 do INSS; 4. Migração da folha do INSS para RFB dos servidores que não retornaram para o INSS. Data da Publicação: 27/04/2009 Fonte: UNASLAF Valor da aposentadoria pode aumentar Trabalhadores com idade inferior
a 63 anos, mas que já podem se aposentar por tempo de
contribuição à Previdência Social (35 anos
no caso dos homens e 30, no das mulheres), devem esperar um pouco antes
de pedir o benefício ao Instituto Nacional do Seguro Social
(INSS). Tramita no Congresso um projeto que propõe suavizar o
fator previdenciário, o que faria com que o recebimento mensal
dos aposentados aumentasse. Data da Publicação: 24/04/2009 Fonte: CorreioWeb DIRETORIA DA UNASLAF FOI RECEBIDA EM AUDIÊNCIA PELO PRESIDENTE DO INSS Receita já recebeu 10,8 milhões de declarações do IRPF
Câmara aprova MP que transfere R$14,2 bilhões ao fundo soberano Fonte: Estadão Data da Pubicação: 14/04/2009 A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) da Câmara dos Deputados aprovou o adiamento, para as sextas-feiras, dos feriados que caírem no meio da semana. As exceções serão os dias 1º de janeiro, 7 de setembro e 25 de dezembro. A proposta foi analisada em caráter conclusivo, na semana passada, e segue agora para o Senado. Foram aprovados os Projetos de Lei 774/03, do deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), e 847/03, do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que tramitavam em conjunto. O relator, deputado Regis de Oliveira (PSC-SP), apresentou emenda que limita a regra aos feriados federais. Regis de Oliveira também votou favoravelmente a uma emenda da Comissão de Educação e Cultura que estabelece que, quando houver dois feriados na mesma semana, eles poderão ser comemorados em dias seguidos, "de forma tal que o repouso e o lazer deem-se de forma contínua, sem interrupções", diz o texto. De acordo com o relator, o grande número de feriados que caem no meio da semana dificulta as atividades produtivas. Na justificativa do projeto de lei, o deputado Marcelo Castro diz que "normalmente muitas pessoas tratam de 'enforcar' os dias restantes, fazendo com que ocorra o chamado 'feriadão'. Não havendo expediente nas repartições públicas e privadas, o País para e o prejuízo econômico é de grande monta". Com informações da Agência Câmara Data da Publicação: 07/04/2009 Receita pode perder até R$ 13 bilhões BRASÍLIA A Receita Federal prevê arrecadar este ano R$ 662 bilhões, considerando as arrecadações administradas pelo próprio órgão, e as contribuições previdenciárias. A cifra representa um recuo de 1,92% sobre o resultado recorde de R$ 675 bilhões registrado em 2008, esclareceu uma fonte do Fisco. Ou seja, a perda de tributos pode chegar este ano a R$ 13,4 bilhões, puxada pela crise financeira internacional que deve reduzir a rentabilidade das empresas e a massa salarial, duas importantes fontes de recursos para a Receita. Segundo a fonte, a previsão oficial do Fisco para a arrecadação proveniente somente das contribuições previdenciárias – consideradas um termômetro que mede o comportamento do mercado de trabalho - é de R$ 177 bilhões em 2009. Isso representaria uma queda de 4,01%, ou perda de R$ 7,4 bilhões, em relação aos R$ 184,4 bilhões registrados em 2008. Já a previsão para a arrecadação dos tributos administrada pelo Fisco é de R$ 485 bilhões, segundo já havia informado a secretaria da Receita Federal, Lina Maria Vieira. Caso esse número se confirme, será uma queda de 1,02% em relação ao montante de R$ 490,9 bilhões apurado no ano anterior. São levados m conta nas estimativas os números corrigidos pela inflação oficial do governo, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No ano passado, a arrecadação total do Fisco, incluindo as contribuições administradas, previdenciárias e receitas diversas, foi de R$ 701 bilhões. Este ano, a cifra estimada é de R$ 662 bilhões. Se for confirmada, será a segunda maior da História, mesmo diante do arrefecimento da economia brasileira que deve levar o Produto Interno Bruto (PIB) que cresceu 5,7% no ano passado para o patamar de 2%, conforme previsão oficial do governo. Previsão considerada otimista, uma vez que o mercado já prevê crescimento zero para a economia este ano. O Fisco atribui a queda da arrecadação aos impactos da crise financeira internacional que derrubam a atividade econômica e, consequentemente, reduzem a arrecadação. Para contornar o problema, o Fisco pretende intensificar a fiscalização para os grandes contribuintes. A queda das contribuições previdenciárias está relacionada à redução da massa salarial do trabalhador que deve cair por causa da crise no mercado de trabalho. O emprego formal acumula queda de 0,29% no primeiro bimestre do ano, o equivalente a 92,569 mil vagas, segundo o Ministério do Trabalho. Fonte: Agencia Brasil Data da Publicação: 06/04/2009 |
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